Mercado fechado
  • BOVESPA

    123.576,56
    +1.060,82 (+0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.633,91
    +764,43 (+1,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,32
    -0,24 (-0,34%)
     
  • OURO

    1.813,60
    -0,50 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    38.233,44
    -1.423,87 (-3,59%)
     
  • CMC Crypto 200

    934,14
    -9,30 (-0,99%)
     
  • S&P500

    4.423,15
    +35,99 (+0,82%)
     
  • DOW JONES

    35.116,40
    +278,24 (+0,80%)
     
  • FTSE

    7.105,72
    +24,00 (+0,34%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.542,99
    -98,84 (-0,36%)
     
  • NASDAQ

    15.036,50
    -9,75 (-0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1737
    +0,0082 (+0,13%)
     

Polícia investiga desaparecimento de ex-PM acusado de ser principal fornecedor de cigarro para milícia

·2 minuto de leitura

RIO — A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o desaparecimento do ex-policial militar Ronaldo Santana da Silva, de 40 anos, acusado de ser o principal fornecedor de cigarros paraguaios para milicianos da quadrilha de Wellington da Silva Braga, o Ecko, morto no último dia 12 durante operação policial para prendê-lo. Santana foi visto pela última vez na tarde de 27 de abril deste ano, dia do seu aniversário.

Uma semana após o desaparecimento, um corpo foi encontrado carbonizado dentro do carro do ex-PM, uma Amarok cinza. Familiares forneceram material genético para a realização de um exame de DNA que indicará se o corpo é de Santana, mas ainda não há resultado.

O desaparecimento foi registrado no próprio dia 27, na DHBF, por um amigo de Ronaldo. Ele relatou que o ex-PM saiu de casa por volta das 15h15 para encontrar um amigo com apelido de Moa na praça de alimentação do supermercado Carrefour localizado em Vila São Luís, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No local. ele receberia R$ 1 mil que Moa devia a ele.

Ainda segundo informações do registro de ocorrência, a ex-mulher de Santana ligou para Moa por volta das 21h do dia 27 e foi informada de que o ex-PM tinha saído do estacionamento do Carrefour por volta das 18h50 daquele dia. A última visualização do WhatsApp de Santana é exatamente nesse horário. Na ocasião, o carro do ex-PM também desapareceu.

De acordo com investigações da Polícia Civil, Santana era o principal fornecedor de cigarro paraguaio para a maior milícia do estado. Ele tinha o monopólio da venda do fumo para os paramilitares. Segundo o inquérito, no país vizinho os maços eram comprados, em média, a R$ 0,70, e acabam vendidos no Rio por cerca de R$ 3,50.

Condenado a uma pena total de oito anos e quatro meses de reclusão por associação criminosa e receptação, o ex-PM chegou a ser preso em 2017. Em maio de 2020, ele foi autorizado a ficar em prisão domiciliar. Atualmente, ele cumpria o chamado livramento condicional, benefício obtido em abril deste ano.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos