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Polícia investiga bando que vende skunk para usuários de classe média alta na Zona Sul do Rio

·2 min de leitura

Policiais da 24ªDP (Piedade) prenderam duas pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada em comercializar skunk ( derivado da maconha que conta com maior concentração de substância psicoativa) para usuários de classe média alta da Zona Sul do Rio e da Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Quinze quilos da droga, avaliados em torno de R$ 120 mil , foram apreendidos pela polícia. O material teria entrado no Brasil a partir da fronteira do país com o Paraguai.

O bando era investigado pela polícia há dois meses. De acordo com as investigações, Gabriel Marques da Silva, que é morador do Estado do Mato Grosso do Sul, seria o responsável por remessas da droga que vinham da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero. Quando o skunk chegava ao Rio, Gabriel costumava se hospedar em um hotel de Copacabana, de onde fazia contatos com usuários da droga. Segundo a polícia, entorpecente era vendido a R$ 8 mil o quilo na Zona Sul e na Zona Oeste. Já Jair Soares Azevedo, o Pará, seria suspeito de guardar o material na Favela Vila Aliança, em Bangu, também na Zona Oeste, até que a negociação da droga venda fosse concluída.

Na noite da última terça-feira, os agentes da 24ªDP descobriram que os dois estavam em carro se deslocando pela Avenida Brasil. Um cerco foi feito e o veículo acabou sendo interceptado na pista de subida, na altura de Bangu. Dentro de uma bolsa camuflada, os policiais encontraram a droga dividida em vários pacotes. De acordo com a polícia, a estimativa é a de que o bando, que seria integrado por pelo menos mais três pessoas, movimente até R$ 640 mil semanais com a venda do skunk.

Gabriel e Pará foram presos e autuados em flagrante por tráfico de drogas. O primeiro já respondeu por crimes de tráfico e receptação em Mato Grosso do Sul.

O segundo, também suspeito de integrar uma facção criminosa que atua na Vila Aliança, já foi preso anteriormente por roubo e por tentativa de roubo de um caminhão de combustível. A polícia vai investigar ainda se o tráfico de skunk contava com a cobertura de traficantes da Vila Aliança, onde a droga ficava escondida antes das negociações de venda e respectivas entregas.

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