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Polícia identifica e apreende veículo que foi usado para transportar criminosos tentaram resgatar preso com helicóptero

·3 minuto de leitura
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RIO — A Polícia Civil identificou e apreendeu o carro que teria sido usado por três criminosos para iria até a Lagoa, na Zona Sul do Rio, no último domingo, que resultou no sequestro de um helicóptero para resgatar um preso em Bangu. Esse foi o local para o ponto de embarque, com destino à Angra dos Reis, no sul do estado.

De acordo com informações da Polícia Civil, o motorista que fez o transporte teria recebido R$ 100 e afirmou desconhecer que os homens eram criminosos. Ele foi ouvido e liberado.

A principal linha de investigação da Draco é que membros da maior facção - que fazem parte do Conselho da Facção - teriam dado anuência a fuga.

A viagem

Na tarde desta terça-feira, durante três horas, Leandro Monçores de Araújo, de 42 anos, o piloto que levou até Angra dos Reis os dois acusados de sequestrar um helicóptero para resgatar comparsa em presídio do Rio prestou depoimento na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco). Ao sair da especializada, o comandante — que está na empresa de táxi-aéreo desde dezembro do ano passado —, contou como foi a viagem. Ele lembrou que quando chegou na Lagoa três homens já o esperavam: um que fez o pagamento em dinheiro vivo e outros dois que voaram. Ele também afirmou que os suspeitos estavam com uma mala de mão e que já passou aos investigadores informações sobre as características de ambos.

— Eu estava na escala no dia do voo e fui convocado para levar o pessoal em Angra. Foi um procedimento normal que é corriqueiro e que a gente sempre está fazendo. Levei e na volta, como eu não eu não estava me sentindo muito bem, fui tirado. Sem prejulgamento, de tipo de classe social e cor, eram passageiros normais. Eram três homens: um que contratou e os dois que foram. Só dois voaram. O contratante pagou, os dois embarcaram e voaram — relata Leandro, que continua:

— (Após o pagamento) Eu decolei da Lagoa, por volta de 11h15, fui para a empresa (no Recreio) abastecer, fiquei lá 15 minutos e em seguida fomos para Angra. Deixei eles e voltei — conta o piloto.Leandro contou ainda que o pagamento foi feito em espécie pelo contratante da aeronave.

Entenda o caso:

No último domingo, o piloto da Polícia Civil Adonis Lopes de Oliveira transportava dois homens que embarcaram de Angra para o Rio quando, já na aeronave, eles anunciaram sua verdadeira intenção: resgatar um detento no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

Com pistolas e fuzis em punho, os dois homens exigiram a mudança de rota. Adonis conseguiu frustrar o plano fazendo manobras e desviando a rota, que teve entre os pontos o Batalhão de Bangu, onde fez movimentos bruscos com o helicóptero para chamar a atenção do que acontecia no interior da cabine. O desembarque dos criminosos foi feito no Morro do Caramujo, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Eles ainda não foram localizados.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e tem apoio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que poderá fornecer imagens de câmeras de segurança do complexo e investigar se houve movimentação atípica entre os detentos.

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