Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.755,74
    +2.376,82 (+2,21%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.848,06
    +580,86 (+1,37%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,91
    +1,85 (+4,30%)
     
  • OURO

    1.804,30
    -33,50 (-1,82%)
     
  • BTC-USD

    18.977,93
    +525,97 (+2,85%)
     
  • CMC Crypto 200

    377,37
    +7,62 (+2,06%)
     
  • S&P500

    3.634,94
    +57,35 (+1,60%)
     
  • DOW JONES

    30.046,27
    +455,00 (+1,54%)
     
  • FTSE

    6.432,17
    +98,33 (+1,55%)
     
  • HANG SENG

    26.588,20
    +102,00 (+0,39%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    12.076,75
    +171,50 (+1,44%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3868
    -0,0535 (-0,83%)
     

Polícia Federal prende 7 suspeitos de integrar quadrilha especializada em saques fraudulentos no FGTS e no PIS

Extra
·1 minuto de leitura
Grupo tinha participação de um funcionário da Caixa
Grupo tinha participação de um funcionário da Caixa

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira sete suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes no pagamento indevido do FGTS e das cota do PIS. A operação Abono foi deflagrada pela delegacia de Niterói para investigar irregularidades contra a Caixa Econômica Federal (CEF). Segundo a PF, o grupo criminoso contava com a participação direta de um funcionário do banco, que também foi preso.

Foram expedidos pela 2ª Vara Federal de Niterói 11 mandados de busca e Apreensão e oito mandados de prisão temporária. Até o momento foram cumpridos sete mandados de prisão e uma prisão em flagrante foi realizada pela falsificação de documentos públicos.

Na residência de um dos falsificadores foram encontrados documentos falsificados e suportes originais de documentos, além de farto material utilizado para a falsificação. A quadrilha utiliza uma rede de falsificadores e sacadores para levantamento indevido de valores do FGTS e de Cota PIS (Programa de Integração Social), além de retiradas de valores de contas da Caixa.

Ao longo de toda a investigação 23 pessoas foram indiciadas, além de outras quatro prisões em flagrante e duas prisões preventivas.

Os investigados irão responder pelos crimes de estelionato qualificado; organização criminosa; peculato; crimes contra o sistema financeiro e Lavagem de dinheiro.