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Polícia da Austrália investiga suspeita de transferência de dinheiro no caso do cardeal Pell

·1 minuto de leitura
O cardeal George Pell em Roma em 30 de setembro de 2020
O cardeal George Pell em Roma em 30 de setembro de 2020

A polícia australiana está investigando uma grande quantia de dinheiro supostamente transferida ao país por um rival do cardeal George Pell, com o objetivo de ajudar na condenação do religioso em um caso de abusos sexuais de menores de idade.

No início do mês, um jornal italiano revelou que 700.000 euros (830.000 dólares) foram supostamente transferidos à Austrália para reunir provas contra o ex-secretário de Economia do Vaticano, que terminou absolvido em abril.

Uma porta-voz da Polícia Federal confirmou que a informação sobre as acusações foi transmitida à agência anticorrupção do estado de Victoria, onde fica Melbourne, cidade em que Pell foi arcebispo.

O jornal italiano Corriere della Sera informou no início do mês que Giovanni Angelo Becciu, um rival do cardeal australiano no Vaticano, estava supostamente por trás de um complô para caluniar o cardeal australiano.  

O artigo, no entanto, não especifica quem seriam os beneficiários dos pagamentos. 

O cardeal Becciu negou de modo veemente qualquer interferência no julgamento do cardeal Pell.

No fim de setembro, Becciu, que era um dos cardeais mais influentes do Vaticano, foi afastado pelo papa Francisco por suspeitas de desvio de recursos a favor de sua família.

George Pell, 79 anos, foi condenado em dezembro de 2018 por agressão sexual contra dois coroinhas em 1996 e 1997 na catedral de Melbourne, onde era arcebispo. 

Em abril deste ano, Pell, que negou sistematicamente as acusações, foi absolvido no julgamento da apelação pelo principal tribunal da Austrália. 

O cardeal ainda enfrenta uma ação civil, iniciada pelo pai de um ex-coroinha que morreu em 2014. 

al/arb/jah/juf/plh/pc/zm/fp