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Pode escolher a vacina da COVID-19 no Brasil?

·2 minuto de leitura

A vacinação contra COVID-19 já está acontecendo em vários lugares do mundo, e é o caso do Brasil. Até o momento, foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a CoronaVac, da Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); Covishield, da AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; o imunizante da Pfizer/BioNTech, o de dose única da Janssen (braço farmacêutico da Johnson & Johnson) e a Sputnik V, do Instituto Gamaleya (Rússia) em alguns estados. Com isso em mente: é recomendável escolher qual marca de vacina tomar?

Segundo o diretor-geral da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, Nestor Werner Junior, "todas as vacinas são seguras e eficazes. Independente da tecnologia utilizada, esses imunizantes foram testados, tiveram sua eficácia comprovada por meio de estudos, avaliados e reavaliados por cientistas, e são aplicados em larga escala no mundo todo".

Além disso, as pessoas não podem escolher qual vacina tomar. "A necessidade dos imunizantes ainda é intensa não só no Brasil, mas em diversos países em todo o mundo. Se a pessoa se encaixa em um dos grupos prioritários ou na faixa etária em atendimento no seu município, deve se vacinar. Também não é momento de aguardar a entrega de um ou outro fabricante porque a vacinação requer urgência e senso coletivo", afirma o diretor-geral.

(Imagem: twenty20photos/envato)
(Imagem: twenty20photos/envato)

Em conversa com o Canaltech, Dra. Leticia Kawano — pneumologista, pesquisadora do Instituto de Pesquisa do HCor e membro do grupo de desenvolvimento de diretrizes em tratamentos para COVID-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS) — em alguns países é possível escolher. No Brasil, entretanto, não é possível e nem recomendado.

"O mais importante é que vacinemos uma grande proporção da população o mais rápido possível. Entenda que, se atrasamos a vacinação e a COVID-19 seguir nesse patamar alto de transmissão
comunitária, mesmo vacinas muito eficazes vão apresentar furos de proteção, tendo em vista a quantidade de COVID-19 circulando", enfatiza a médica.

Questionada sobre o que acontece se a pessoa não quiser tomar o imunizante designado, a pneumologista explica que essa decisão da pessoa gera duas consequências: a primeira para ela e a segunda para a comunidade.

"Isso porque essa pessoa está sob maior risco de complicações e morte pela COVID-19 e também impactará no atraso da imunidade de rebanho. A vacinação para COVID-19 não é obrigatória, então não há sanção em caso de não tomar a vacina, no entanto, é altamente contraindicado fazer isso. A recomendação é se vacinar rápido com a vacina que estiver disponível", orienta.

Fonte: Canaltech

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