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PM 'digital influencer' é morta na Bahia e suspeita é de feminicídio cometido pelo marido também policial

Redação Notícias
·2 minutos de leitura
Principal suspeita é de que o marido tenha cometido feminicídio (Foto: Reprodução/Instagram)
Principal suspeita é de que o marido tenha cometido feminicídio (Foto: Reprodução/Instagram)

A policial militar Rafaella Gonçalves, de 38 anos, foi morta nesta segunda-feira (5) em Ibotirama, na Bahia. A principal suspeita é de feminicídio executado pelo próprio marido, o soldado Edson Salvador Ferreira de Caravalho, também policial que, em seguida, teria cometido suicídio.

Segundo informações da polícia, os corpos dos dois foram encontrados na casa em que moravam e o crime teria ocorrido por volta das 12h30. O casal deixou duas filhas de 3 e 7 anos. Elas não sofreram ferimentos. Não foram divulgados detalhes sobre armas utilizadas.

Rafaella dividia sua rotina como soldado na 28ª Companhia Independente de Polícia em Ibotirama com seus mais de 80 mil seguidores. A policial “digital influencer” era famosa por publicar no Instagram detalhes de seu dia a dia de trabalho.

Além disso, Rafaella costumava divulgar postagens em que aparecia posando para fotos carregando armas ou vídeos em que treinava tiros.

Já o marido e acusado era soldado e trabalhava na Companhia Independente de Policiamento Especializado da cidade.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, houve uma homenagem à policial no pátio da 28ª Companhia Independente de Polícia, nesta segunda-feira (5), com flores, cartazes e balões para a despedida.

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Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram um aumento nos índices de feminicídio. Os dolosos, quando há a intenção de matar, saltaram 7,1% apenas em maio, durante a pandemia do coronavírus. Em 2019, eram 127, já em 2020, no mesmo período, são 136.

A major Denice Santiago, que concorre à Prefeitura de Salvador pelo PT e é idealizadora da Ronda Maria da Penha na Bahia, comentou o caso, dizendo que “quando uma mulher morre, morre um pouco de todas as outras junto a ela”.

“O feminicídio é um crime bárbaro, que quase sempre acontece no nosso lar, com quem unimos nossas vidas", concluiu.