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Pluton: conheça o chip de segurança criado pela Microsoft para proteger seu PC

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A Microsoft anunciou, nesta terça-feira (17), uma novidade bem interessante que promete tornar seu computador ainda mais seguro dentro dos próximos anos. A companhia firmou uma parceria com três marcas gigantes do mercado de semicondutores — AMD, Intel e Qualcomm — para desenvolver o Pluton, um processador de segurança projetado para substituir o antigo padrão Trusted Platform Module (TPM).

Antes de mais nada, é importante explicar o que são as TPMs. Tratam-se de chips criptográficos presentes em computadores e que possuem suporte ao Windows há mais de 10 anos, possibilitando o pleno funcionamento de sistemas de segurança como o Windows Hello e o BitLocker. Tal hardware se comunica com o processador armazenando chaves criptográficas e realizando análises para determinar a integridade do sistema operacional.

O problema é que os criminosos cibernéticos estão aprimorando cada vez mais as suas técnicas e já são capazes de atacar a interface de barramento, que é o método de comunicação entre o chip TPM e a CPU. Pensando nisso, a Microsoft resolveu trabalhar no projeto Pluton, que é um processador criptográfico feito para trabalhar em anexo ao processador principal da máquina, juntando tudo em um só chip.

<em>Imagem: Divulgação/Microsoft</em>
Imagem: Divulgação/Microsoft

“Os computadores Windows que usarem a arquitetura Pluton emularão primeiro um TPM que funcione com as especificações e APIs de TPM existentes, o que permitirá que os clientes tirem proveito imediato da segurança aprimorada dos recursos do Windows que dependem de TPMs, como o BitLocker e o System Guard. Os dispositivos Windows com Pluton usarão o processador de segurança Pluton para proteger credenciais, identidades de usuário, chaves de criptografia e dados pessoais”, explica a companhia.

A companhia ressalta que a arquitetura será inspirada nos recursos de segurança integrados introduzidos no hardware e no sistema operacional do Xbox One, tal como no Azure Sphere. O sucesso do projeto, porém, depende não apenas da Microsoft, mas sim de todo um ecossistema de OEMs e fabricantes de chips, que passarão a adotar o Pluton como um padrão para a construção de seus system-on-chips (SoCs). Isto posto, é difícil estimar quando a solução estará efetivamente nas gôndolas para o consumidor final.

Fonte: Canaltech

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