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PlayStation enfrenta processo de discriminação de gênero

·2 min de leitura
A PlayStation foi atingida por uma ação judicial que alega discriminação de gênero e demissão injusta. (REUTERS/Aly Song)
  • Ex-analista de segurança da companhia abriu uma ação coletiva para representar mulheres

  • Chefe da PlayStation enviou um e-mail na última semana criticando CEO da Activision Blizzard

  • Sony é acusada de discriminar as funcionárias em salários e tratamento profissional

A PlayStation foi atingida por uma ação judicial que alega discriminação de gênero e demissão injusta, conforme relatado pela primeira vez pela Axios. De acordo com os detalhes do processo, a ex-analista de segurança de TI Emma Majo está tentando abrir uma ação coletiva para representar outras mulheres que podem ter sido afetadas pela alegada discriminação de gênero no PlayStation.

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Isso aconteceu menos de uma semana depois que o chefe do PlayStation, Jim Ryan, enviou um e-mail para funcionários condenando a resposta da Activision Blizzard aos relatos do suposto comportamento abusivo do CEO Bobby Kotick e histórico de assédio durante seus 30 anos na empresa.

Majo apresentou uma declaração assinada à Sony que abordava o suposto preconceito de gênero da empresa em 2021, afirma o processo. Ela foi demitida "logo depois", supostamente devido ao fechamento de um departamento ao qual Majo diz que ela não pertencia. Em vez disso, Majo argumenta que foi demitida injustamente "porque ela é mulher e porque falou sobre discriminação contra mulheres".

Sony é acusada de discriminar as funcionárias

Emma Majo está buscando a aprovação do tribunal para expandir seus esforços em uma ação coletiva em nome de mulheres que trabalharam para o PlayStation nos últimos anos.

O processo alega violações da Lei de Igualdade Salarial dos Estados Unidos, dizendo: "A Sony discrimina as funcionárias, incluindo aquelas que são mulheres e aquelas que se identificam como mulheres, em remuneração e promoção e as submete a uma cultura de trabalho predominantemente masculina."

Majo alega que foi ignorada por um gerente que respondia apenas a homens, foi preterida em promoções e foi demitida este ano após apresentar uma queixa de preconceito de gênero à empresa. Ela diz que outras mulheres no PlayStation lutaram para ser promovidas na mesma proporção que os homens. O escrutínio das empresas de jogos quanto ao tratamento dado às mulheres foi especialmente intenso na Califórnia, onde fica a sede da Sony nos Estados Unidos.

Em 2018, mulheres da Riot Games sediada em Los Angeles entraram com uma ação coletiva alegando discriminação de gênero. A Activision também é sediada no estado. O ambiente regulatório da Califórnia oferece aos trabalhadores e agências estaduais muitos caminhos para responsabilizar as empresas.

A demandante no processo do PlayStation diz que planeja invocar o Ato do Procurador Geral da Califórnia, que permite que cidadãos abram ações judiciais por violação das leis trabalhistas estaduais. (Uber foi processado pela mesma lei em 2017).

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