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Planos de saúde terão que explicar reajuste de 133% à Senacon

Em alguns casos, aumentos dos planos de saúde chegam a 133%
Em alguns casos, aumentos dos planos de saúde chegam a 133%

(Getty Images)

  • Senacon notifica dez planos de saúde após aumentos possivelmente abusivos nos preços;

  • Planos individuais e coletivos aumentaram mais do que os 15,5% definidos pela ANS;

  • Empresas têm dez dias para oferecer as explicações necessárias.

A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) notificou dez operadoras de planos de saúde por conta de reajustes nos preços que chegam a 133%. As empresas devem oferecer explicações sobre as alterações dentro de dez dias.

Em maio, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) fixou o novo percentual de reajuste em 15,5%, mas há indícios de que planos individuais aumentaram mais de 40%, enquanto os coletivos ficaram na faixa de 80% para cima. A Unimed-Rio, por exemplo, teria alterado as mensalidades em 133,45%.

Foram notificadas as empresas: Bradesco Saúde, Notre Dame Intermédica, Amil, Hapvida, Sul América, São Francisco Sistema de Saúde, Grupo Hospital Rio de Janeiro, Prevent Sênior, Unimed Seguros Saúde e Unimed-Rio. Todas devem discriminar os percentuais relativos aos reajustes anuais, os reajustes por faixa etária e o percentual total acumulado. Também devem explicar quais itens compõem o preço cobrado dos consumidores e como tais mudanças estão sendo informadas.

Para o ministro Anderson Torres, a medida da Senacon visa garantir que os consumidores não sofram com desvantagens em meio a possíveis condutas abusivas. “É preciso compreender a dinâmica do mercado, considerando os direitos e garantias previstos pelo Código de Defesa do Consumidor, em especial, os princípios da transparência, boa-fé e equilíbrio”, destacou ao portal IG.

O Procon Carioca também notificou 11 planos de saúde devido aos reajustes em contratos coletivos e individuais. O Procon do Rio de Janeiro deve abrir processo administrativo para apurar irregularidades, sob orientação da Senacon.

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