Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.941,68
    +51,80 (+0,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.463,55
    +320,55 (+0,61%)
     
  • PETROLEO CRU

    115,07
    +0,98 (+0,86%)
     
  • OURO

    1.850,60
    +3,00 (+0,16%)
     
  • BTC-USD

    28.796,39
    -131,56 (-0,45%)
     
  • CMC Crypto 200

    625,79
    -3,71 (-0,59%)
     
  • S&P500

    4.158,24
    +100,40 (+2,47%)
     
  • DOW JONES

    33.212,96
    +575,77 (+1,76%)
     
  • FTSE

    7.585,46
    +20,54 (+0,27%)
     
  • HANG SENG

    20.697,36
    +581,16 (+2,89%)
     
  • NIKKEI

    26.781,68
    +176,84 (+0,66%)
     
  • NASDAQ

    12.717,50
    +438,25 (+3,57%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,0751
    -0,0429 (-0,84%)
     

Planos de saúde devem ficar até 16% mais caros

·2 min de leitura
Abstract blur beautiful luxury hospital interior for backgrounds
Reajuste pode encarecer os gastos com saúde (Getty Image)
  • Após queda inédita nos valores, o serviço pode ficar até 16% mais caro em 2022

  • Entidades devem anunciar o valor dos reajustes em meados de maio

  • Diversos fatores podem influenciar no cálculo do percentual

As parcelas do plano de saúde podem pesar nos próximos meses. O índice máximo permitido para mensalidades de 8,9 milhões de brasileiros ainda está sendo calculado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas a expectativa é que a porcentagem seja definida a partir de maio deste ano.

Até agora, o maior reajuste anual desde anos anos 2000 foi de 13,57% em 2016. Em 2021, uma decisão inédita reduziu o valor em até 8,19%, em razão da queda de usos provocada pela pandemia. Apesar do alívio momentâneo, essa redução pode ser suprimida com um ajuste record que pode chegar a 16% neste ano.

O cálculo é realizado com base nas variações das despesas com atendimento, intensidade de utilização dos planos e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ainda não há data para a divulgação da correção, mas a expectativa é que o índice seja anunciado ainda em maio.

Segundo o G1, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) estima que o percentual de reajuste a ser autorizado em 2022 seja próximo a 15,8%, enquanto a Federação Nacional de Saúde Suplementar projeta "reajuste de 15,7% neste ciclo".

"Outros fatores que impactaram foram a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta exponencial do dólar, moeda atrelada a grande parte dos insumos médico-hospitalares utilizados no Brasil", afirmou a Abramge em entrevista ao portal. A organização também reforçou que os planos de saúde foram o único setor regulado com reajuste negativo em 2021.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos