Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.093,88 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,94 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    32.763,82
    +624,29 (+1,94%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,20 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Plano de recuperação da UE deve ser aplicado 'sem demora', diz presidente do BCE

·1 minuto de leitura
A presidente do BCE, Christine Lagarde, em entrevista coletiva em Frankfurt, Alemanha, em 23 de janeiro de 2020

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, pediu nesta quinta-feira (19) que o plano de recuperação europeu seja implementado "sem demora", em meio ao veto de Polônia e Hungria.

Este plano de recuperação econômica pós-pandemia de 750 bilhões de euros (cerca de 880 bilhões de dólares) "deve entrar em vigor sem demora", disse Lagarde, no Parlamento Europeu, antes de os membros do bloco se reunirem on-line nesta quinta-feira para tente desbloquear a situação.

"Continuamos vivendo circunstâncias graves, do ponto de vista sanitário e econômico", frisou Lagarde.

Ela não se referiu ao veto dos dois países da Europa Central a este plano, mas insistiu na necessidade desta injeção excepcional de fundos, que "facilitará políticas orçamentais expansionistas".

"A resposta à crise até agora ilustra como a política fiscal e monetária podem se reforçar mutuamente nas circunstâncias atuais", acrescentou.

Até agora, os governos da zona do euro aplicaram medidas orçamentárias que representam mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) da zona, apenas em 2020, além das que afetam os gastos sociais.

No entanto, "uma demanda fraca e o risco de uma recuperação atrasada justificam a manutenção do apoio a essas políticas orçamentárias nacionais" para evitar que as economias entrem em colapso, insistiu Lagarde.

O BCE se reunirá no início de dezembro para anunciar um novo pacote de medidas de apoio à economia da zona do euro.

jpl/smk/bl/pc/tt

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos