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Plano de estímulo de Biden entra em reta final de negociações

Erik Wasson e Laura Davison
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Democratas dão o empurrão final nesta semana no projeto de estímulo de US$ 1,9 trilhão do presidente dos EUA, Joe Biden, com o objetivo de eliminar qualquer pretensão de bipartidarismo para aprovar o pacote rapidamente antes do fim da rodada anterior de benefícios.

Este será o primeiro teste real para o controle total dos democratas do governo desde o processo de impeachment do ex-presidente Donald Trump, com implicações para o resto da agenda de Biden e para a economia atingida pela pandemia. A Câmara dos Deputados planeja votar o pacote de estímulo dos democratas na sexta-feira, enquanto a votação no Senado ocorreria na próxima semana.

Resolver os obstáculos finais, especialmente a divergência entre democratas do Senado sobre um dispositivo que prevê um salário mínimo federal de US$ 15 por hora, abriria caminho para o primeiro discurso de Biden em sessão conjunta do Congresso em março com foco nos próximos objetivos, que incluiriam um projeto de lei de infraestrutura de trilhões de dólares.

“O Senado está dentro do prazo para enviar um robusto pacote de US$ 1,9 trilhão para a mesa do presidente antes do término dos benefícios do seguro-desemprego em 14 de março” da última rodada de estímulo, disse o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, em carta a senadores na sexta-feira. “Vamos cumprir este prazo.”

Nesta semana, o foco estará na Câmara com uma votação no Comitê do Orçamento na segunda-feira e outra no plenário do projeto de lei na sexta-feira. O conteúdo do projeto de lei está em grande parte bloqueado - o Comitê do Orçamento não tem permissão nem para fazer mudanças substantivas - e não há sinal de rebelião dos poucos democratas críticos ao déficit fiscal que colocariam o plano em risco no plenário.

A verdadeira ação ocorrerá a portas fechadas no Senado, onde líderes democratas trabalham nas mudanças necessárias para conseguir a adesão de todos os 50 democratas da casa e independentes.

Biden inicialmente buscou algum apoio do Partido Republicano para sua proposta de estímulo, que inclui cheques de US$ 1,4 mil para indivíduos que ganham menos de US$ 75 mil por ano, recursos para a distribuição de vacinas, fundos para reabertura de escolas e US$ 400 por semana em seguro-desemprego suplementar. Mas os republicanos disseram que o plano era muito caro, após aprovarem pacotes de alívio de US$ 2 trilhões e US$ 900 bilhões no ano passado promulgados em março e no final de dezembro, respectivamente.

Na sexta-feira, durante visita a uma fábrica da Pfizer em Michigan que produz a vacina contra o coronavírus, Biden pediu ao Congresso para aprovar o plano. Ele pediu aos republicanos no Congresso que ouçam seus eleitores e votem a favor do projeto de lei, citando pesquisas de que a maioria dos americanos apoia a medida.

“Críticos dizem que meu plano é grande demais”, disse Biden a repórteres. “Deixe-me perguntar a eles: o que querem que eu corte? O que querem que eu deixe de fora? Não deveríamos investir US$ 20 bilhões para vacinar a nação?”.

Mas a maioria dos republicanos deve se opor ao projeto, segundo o líder da minoria na Câmara, Steve Scalise.

Em entrevista no domingo ao programa “This Week”, da ABC, Scalise disse que não faz sentido aprovar o enorme pacote de Biden quando há fundos não gastos do último projeto de lei de alívio e preocupações crescentes sobre a dívida do país.

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