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Plano dos EUA de vacinar crianças inclui doses extras da Pfizer

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Pfizer e BioNTech planejam fornecer aos EUA outros 200 milhões de doses de sua vacina contra a Covid-19 com entregas até abril do ano que vem, em uma iniciativa para imunizar crianças e distribuição de possíveis doses de reforço.

A Casa Branca pretende imunizar crianças com menos de 12 anos, que ainda não são elegíveis, e potencialmente aplicar doses de reforço se novos dados mostrarem que são necessárias, segundo uma autoridade do governo Biden com conhecimento do contrato.

Do lote de novas doses, 65 milhões serão destinadas aos mais jovens caso a vacina seja liberada para menores de 12 anos, segundo a autoridade, que falou sob condição de anonimato. Algumas dessas doses estariam imediatamente disponíveis mediante autorização.

Os Estados Unidos também têm a opção de adquirir uma versão atualizada da vacina, caso esteja disponível e autorizada, para combater possíveis variantes, disseram as empresas em comunicado na sexta-feira.

A Pfizer não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre os detalhes do contrato em relação às vacinas pediátricas.

O novo acordo com os EUA coincide com a estratégia de volta às aulas para imunizar crianças. A vacina Pfizer-BioNTech já foi liberada para pessoas com 12 anos ou mais, e estudos em crianças abaixo dessa faixa etária estão em andamento. As empresas poderiam saber até o quarto trimestre se a vacina forneceria imunidade até para bebês de 6 meses, por exemplo.

Autoridades de saúde dos EUA disseram que o governo poderia vacinar crianças de qualquer idade no início de 2022. No teste pediátrico, crianças de 5 a 11 anos estão recebendo um terço da dose administrada a adultos e, para menores de 5 anos, a proporção é de 0,1%.

Doses de reforço

Embora o governo dos EUA tenha garantido oferta suficiente para vacinar totalmente todos os americanos elegíveis, avalia a aplicação da vacina em crianças e proteção extra aos vulneráveis, como idosos e pessoas com sistema imunológico enfraquecido.

Para lançar novas campanhas de imunização incluindo crianças ou doses de reforço para americanos já imunizados, os preparativos devem começar agora. Ao todo, o acordo eleva o total de doses a serem fornecidas aos EUA para 500 milhões.

“Essas doses adicionais ajudarão o governo dos EUA a garantir amplo acesso à vacina no próximo ano”, disse o CEO da Pfizer, Albert Bourla, em comunicado. Cerca de 110 milhões de doses adicionais serão enviadas este ano, e o restante será entregue até 30 de abril, disseram as empresas.

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©2021 Bloomberg L.P.

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