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Plano do Ministério da Saúde fracassa e pasta só consegue comprar 2,4% das seringas planejadas

·1 minuto de leitura
Widespread government purchasing of coronavirus vaccines may ultimately lower their price in the United States. (Getty Images)
Foto: Getty Images

O Ministério da Saúde pretendia comprar 331 milhões de seringas e agulhas no pregão eletrônico que aconteceu na última terça-feira, 29. No entanto, só teve oferta para adquirir 7,9 milhões, equivalente a 2,4% das unidades que desejava comprar.

Para conseguir mais unidades, a parte terá de fazer uma nova tentativa de compra, mas não há data definida. O ministério da Saúde optou por centralizar a compra de insumos, que normalmente é feita por estados e municípios.

Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, é de que a vacinação contra a covid-19 comece em fevereiro no Brasil, mesmo sem nenhuma vacina aprovada no país. Além da imunização contra o coronavírus, os seringas e agulhas servem para vacinas contra o sarampo.

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Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o ministério da Saúde buscava quatro tipos diferentes de conjuntos de seringa e agulha. Três não tiveram propostas válidas para a compra, isto é, podem ter tido valores mais altos que os fixados pela pasta ou não apresentaram a documentação adequada.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios, desde julho a instituição alerta o Ministério da Saúde sobre a necessidade de planejar a compra de insumos para aplicação das vacinas.