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Twitter: Plano de assinatura para perfis verificados é adiado

Plano de assinatura para cobrar pelo selo de verificação no Twitter foi adiado por conta das eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, já que contas verificadas falsas poderiam ser utilizadas para tumultuar o pleito (Photo by Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images)
Plano de assinatura para cobrar pelo selo de verificação no Twitter foi adiado por conta das eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, já que contas verificadas falsas poderiam ser utilizadas para tumultuar o pleito (Photo by Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images)
  • Plano de assinatura para cobrar pelo selo de verificação no Twitter foi adiado;

  • Motivo seria as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, já que contas verificadas falsas poderiam ser utilizadas para tumultuar o pleito;

  • De acordo com o site Plataform, os usuários verificados serão obrigados a assinar o Twitter Blue para manter o selo azul de verificação.

Informações do jornal The New York Times apontam que o plano de assinatura para cobrar pelo selo de verificação no Twitter foi adiado devido às eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, que ocorrerão nesta terça-feira.

Segundo a reportagem, havia o temor de que contas verificadas falsas fossem utilizadas para tumultuar o pleito, como se passar pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e disseminar fake news.

As eleições de meio de mandato servem para definir a renovação dos 435 deputados que compõem a Câmara e de 35 dos 100 senadores.

Entenda o caso

Na última semana de outubro, Casey Newton, o fundador da Platformer News, afirmou que Elon Musk estaria planejando começar a cobrar pelo selo de verificação.

De acordo com o site Plataform, os usuários verificados serão obrigados a assinar o Twitter Blue para manter o selo azul de verificação. Dessa forma, quem não iniciar a assinatura em 90 dias, perderá a verificação que já havia conseguido no passado.

Elon Musk já sinalizou a sua vontade de cobrar pelos perfis verificados. No entanto, uma pesquisa no Twitter conduzida pelo podcaster Jason Calacanis mostra que a maior parte dos usuários da rede não estão dispostos a pagar valor algum por isso. Um dos críticos foi o escritor Stephen King.

Com mais de 800.000 respostas até o momento, quatro em cada cinco contas pesquisadas disseram que não estavam dispostas a desembolsar um mínimo de US$ 5 por mês pela cobiçada marca de seleção azul ao lado do nome. O aclamado autor de terror foi particularmente contundente sobre a perspectiva de pagar pela verificação.

No momento, a versão premium da plataforma está disponível para quatro países (Austrália, Canadá, Estados Unidos e Nova Zelândia), enquanto a rede social possui usuários verificados em diversos locais do mundo.