Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.523,47
    -1.617,17 (-1,47%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.049,05
    +174,14 (+0,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,23
    -2,65 (-3,49%)
     
  • OURO

    1.865,90
    -50,40 (-2,63%)
     
  • BTC-USD

    23.363,75
    -159,27 (-0,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    535,42
    -1,43 (-0,27%)
     
  • S&P500

    4.136,48
    -43,28 (-1,04%)
     
  • DOW JONES

    33.926,01
    -127,93 (-0,38%)
     
  • FTSE

    7.901,80
    +81,64 (+1,04%)
     
  • HANG SENG

    21.660,47
    -297,89 (-1,36%)
     
  • NIKKEI

    27.509,46
    +107,41 (+0,39%)
     
  • NASDAQ

    12.616,50
    -230,25 (-1,79%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5385
    +0,0488 (+0,89%)
     

Plagiadas, NFTs de macacos são acusadas de ter traços racistas

OpenSea
Página de venda das NFTs não pôde mais ser encontrada

(Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

  • NFTs da coleção 'Lil Baby Ape Club' são acusadas de referências racistas

  • Obras se inspiram no conjunto de sucesso 'Bored Ape Yacht Club'

  • A coleção também pode ter sido plagiada

Uma coleção de NFTs inspirada no “Bored Ape Yacht Club (BAYC)”, que conta com mais de 10 mil artes de macacos com diferentes expressões entediadas e roupas estilosas, está sendo acusada de incluir referências racistas nos desenhos.

Leia também:

Trata-se da “Lil Baby Ape Club”. Entre as obras com cinco mil macacos, há camisetas com as palavras “Monkey Pride” (Orgulho do Macaco) e peças com traços “skinheads”.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Um dos personagens mais problemáticos é o Jam Boy, um macaco que tem um pote de geleia em cima da cabeça. Segundo usuários no Twitter, a cena faz referência à época da escravidão, em que supostamente os britânicos faziam com que os nativos ficassem cobertos com geleia para atrair os mosquitos e deixá-los longe dos colonizadores enquanto jogavam golfe.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

As obras teriam sido criadas por três russos, mas quatro dias depois da coleção ter sido colocada no blockchain, um segundo projeto com mesmo nome foi lançado, contendo as mesmas artes do primeiro.

Além do problema racista, soma-se, então, a possibilidade de plágio. O problema foi descoberto por um colecionador canadense de NFT que atende pelo nome de Roh, conforme divulgado pelo site Input. “Estava muito claro que a arte havia sido roubada”, disse ao portal.

Ainda assim, Roh alega que, apesar da fraude, os russos não poderiam ser inocentados, já que os traços racistas já existiam nas obras. O grupo chegou a disse que ‘skinhead’, por exemplo, não é um termo com forte carga racial no país, mas segundo explicou ao Input Eugene M. Avrutin, autor do próximo livro Racismo na Rússia Moderna, o país conta com uma crescente comunidade de extrema direita nacionalista que se denomina de tal forma.

Conforme divulgado pelo B9, até a segunda-feira (22), os NFTs continuavam sendo comercializados a preços exorbitantes no mercado OpenSea. Nesta quarta-feira (24), a página não pôde mais ser encontrada.