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Placenta artificial para bebês prematuros pode ser realidade daqui a 5 anos

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

Bebês prematuros poderão ter chances maiores de sobreviver fora do útero da mãe, graças ao desenvolvimento de uma placenta artificial. O projeto, comandado por George Mychaliska, cirurgião fetal e pediátrico, em parceria com a Universidade do Michigan, vem sendo o resultado de mais de uma década de estudos.

O nascimento prematuro pode ser arriscado para a vida do bebê, que corre o risco de desenvolver problemas de saúde que podem ser carregados pela vida inteira, uma vez que o organismo ainda não está preparado para respirar sozinho. Com isso, o oxigênio fornecido ao recém-nascido através da placenta é cortado, o que pode ser fatal.

<em>Imagem: Reprodução/Determined/Envato</em>
Imagem: Reprodução/Determined/Envato

De acordo com Mychaliska, a placenta artificial funciona como se fosse um respirador artificial para recém-nascidos, enchendo seus pulmões com fluidos como se eles realmente estivessem dentro do útero. O tubo traqueal, que é inserido na traqueia para bombear oxigênio e dióxido de carbono, impede que o bebê tente respirar antes do tempo e acabe danificando seus pulmões.

A placenta artificial é uma possibilidade para o futuro, mas ainda não é uma realidade, e os testes com humanos podem acontecer daqui a cinco anos. Até lá, será preciso conduzir inúmeros testes mais completos. Caso seja bem-sucedido, o projeto poderá salvar a vida de bebês que nasceram com 28 semanas ou menos, mal chegando ao terceiro trimestre de gravidez.

Fonte: Canaltech

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