Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.880,82
    +1.174,91 (+0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.219,26
    +389,95 (+0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,51
    +1,69 (+2,65%)
     
  • OURO

    1.844,00
    +20,00 (+1,10%)
     
  • BTC-USD

    48.359,99
    -1.458,12 (-2,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,33
    +39,77 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.173,85
    +61,35 (+1,49%)
     
  • DOW JONES

    34.382,13
    +360,68 (+1,06%)
     
  • FTSE

    7.043,61
    +80,28 (+1,15%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.398,00
    +297,75 (+2,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4040
    -0,0085 (-0,13%)
     

Pix vai permitir agendamento de pagamento e movimentação de auxílio emergencial

Fernanda Trisotto
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA – O Pix vai permitir a movimentação do auxílio emergencial, serviço de cobrança e o agendamento de pagamentos. As mudanças na regulamentação foram anunciadas pelo Banco Central nesta quinta-feira, e serão incorporadas gradualmente entre o fim de abril e setembro.

A primeira mudança a ser implementada é relacionada ao auxílio emergencial. A partir de 30 de abril, os recursos recebidos pelo benefício poderão ser movimentados pelo Pix, algo que não era permitido até então.

Há uma exceção: não será permitida a transferência dos recursos do auxílio emergencial via Pix para outra conta de mesma titularidade. De acordo com o BC, essa regra foi instituída para proteger os usuários e evitar que os recursos do benefício possam sofrer descontos ou compensações que implicariam na redução do valor do auxílio.

Agendamento de pagamentos será obrigatório

O BC também informou que a partir de 14 de maio será lançado o Pix Cobrança e que até setembro todas as instituições terão de disponibilizar a opção de agendamento de Pix.

O Pix cobrança terá funcionalidades semelhantes a de um boleto bancário. Será possível gerar uma cobrança, via QR Code, para data futura cadastrando informações como o valor final, descontos e multas ou juros. Entre 14 de maio e 30 de junho, as instituições participantes do Pix terão de, no mínimo, permitir a leitura desse código com todos os encargos e abatimentos calculados corretamente.

“A partir de 1º de julho todos os participantes precisam ser capazes de fazer a leitura do QR Code e possibilitar o pagamento do QR Code para data futura. Esse é um período transitório, que dá as instituições um tempo adicional para finalizar as adequações nos sistemas”, explica o BC em nota.

Além disso, o agendamento de Pix, que atualmente é uma funcionalidade facultativa, se tornará obrigatório a partir de 1º de setembro. Esse tipo de agendamento vai permitir que qualquer usuário programe uma transferência para uma data futura usando a chave Pix.

“Desde o lançamento do Pix, em novembro de 2020, essa é uma funcionalidade facultativa, e entende-se que este seja um prazo razoável para que todas as instituições façam os ajustes necessários nos seus sistemas e interfaces (aplicativos e internet banking). Tal medida visa ampliar ainda mais a comodidade dos pagadores, garantindo, que todos os usuários, independente da instituição que possuem conta, possam agendar um Pix”, diz a nota do BC.