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Pix já passa de R$ 500 bilhões movimentados; veja como evitar golpes

Redação Finanças
·3 minuto de leitura
QR Code facilitating payments and electronic money transfers. Also with new PIX modality, Brazil.
QR Code facilitating payments and electronic money transfers. Also with new PIX modality, Brazil.
  • Pix já conta com 73,2 milhões de usuários

  • 653 milhões de transações já foram feitas pela modalidade

  • Pandemia facilitou os golpes, principalmente o do 'bug'

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, já movimentou mais de R$ 508 bilhões desde seu lançamento, em novembro de 2020. A modalidade foi responsável por mais de 653 milhões de transações, considerando ordens de pagamento e devoluções.

Ainda conforme dados do BC, o sistema já conta com 73,2 milhões de usuários e mais de 181 milhões de chaves cadastradas – cada usuário pode cadastrar até cinco chaves por conta. A marca superou até mesmo as expectativas do Banco Central.

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Agora, quem usa o Pix vai poder integrar a agenda do celular ao sistema de pagamentos, informou nesta quinta-feira (18). A ideia é que o usuário possa identificar na agenda os contatos que têm o celular como chave de PIX.

O BC informou ainda que incluiu no regulamento do Pix que as instituições não podem fixar limites para o número de transações Pix que a pessoa recebe ou faz. “Essa vedação é necessária para garantir condições competitivas equânimes entre diferentes instrumentos de pagamento”, informou o BC.

Como evitar golpes no Pix

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) alerta que a pandemia do coronavírus facilitou a aplicação de golpes digitais por criminosos, já que houve um aumento nas transações online. 

Entre os meios usados pelos bandidos está o Whatsapp. Os criminosos enviam uma mensagem pelo aplicativo fingindo ser de empresas em que a vítima tem cadastro. Solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo.

Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix.

Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção "Verificação em duas etapas" Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app.

Número falso

Em outra fraude que usa o Whatsapp, o criminoso escolhe uma vítima, pega sua foto em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, manda mensagem para amigos e familiares da vítima, alegando que teve de trocar de número devido a algum problema. A partir daí, pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma situação de emergência. 

A Febraban alerta que o cliente sempre deve suspeitar quando recebe uma mensagem de algum contato que solicita dinheiro de forma urgente. Não faça o Pix ou qualquer tipo de transferência até falar com a pessoa que está solicitando o dinheiro.

Bug do Pix

Outra ação é o golpe do "bug". Mensagens e vídeos disseminados pelas redes sociais por bandidos afirmam que, graças a um "bug" no Pix, é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas. 

A Febraban ressalta que não existe nenhum "bug". O órgão alerta também que o cliente sempre deve desconfiar de mensagens que prometem dinheiro fácil, especialmente quando chegam pelas redes sociais ou e-mail.