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Pix movimentou R$ 13 trilhões desde seu lançamento, revela Febraban

Imagem ilustrativa de um homem usando o Pix (Foto: Getty Creative)
Imagem ilustrativa de um homem usando o Pix (Foto: Getty Creative)

Resumo da notícia:

  • Mais de 26 bilhões de operações foram feitas via Pix no período;

  • A quantidade de transações é reflexo da preferência dos brasileiros pela modalidade de transferência;

  • O Pix foi lançado em 16 de novembro de 2020.

As transações via Pix já chegaram ao volume de R$ 12,9 trilhões com um total de 26 bilhões de operações desde seu lançamento em 16 de novembro de 2020 até setembro de 2022. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que divulgou o levantamento nesta segunda-feira (14).

A quantidade de transações é reflexo da preferência dos brasileiros pela modalidade de transferência. Isso porque, desde fevereiro de 2022, o Pix é o meio de pagamento mais utilizado no Brasil, à frente dos cartões de crédito. Anteriormente, já havia ultrapassado os cartões de débito, boletos e o TED e o DOC, modelos de transferência de recursos em funcionamento há mais tempo.

De acordo com o presidente da Febraban, Isaac Sidney, o Pix tem sido fundamental para a bancarização financeira no país e que a aceitação da ferramenta fez as operações utilizando o sistema cresceram 94%, nos últimos 12 meses.

"Também destaco que o Pix foi e continua sendo uma ferramenta fundamental para impulsionar a bancarização e a inclusão financeira no País e desde o seu lançamento tem se mostrado uma importante oportunidade para o Brasil reduzir a necessidade do uso de dinheiro em espécie em transações comerciais e os altos custos de transporte e logística de cédulas, que totaliza cerca de R$ 10 bilhões ao ano", diz em nota.

Em setembro, mais de R$ 1,02 trilhão foi movimentado via Pix, com um tíquete médio de R$ 444. Já o TED teve volume financeiro maior, de R$ 3,4 trilhões, graças a um valor médio por transferência também mais alto, de R$ 40,6 mil.

"Os números mostram que a população está usando o Pix como meio de pagamento de menor valor, como por exemplo, em transações com profissionais autônomos, e também para compras do dia a dia, que seriam feitas com notas, como foi previsto à época do lançamento da ferramenta", afirma Leandro Vilain, diretor executivo de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban.