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Pix funcionará mesmo sem internet, diz presidente do Banco Central

·2 min de leitura
(Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
(Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Com novas ferramentas ainda por vir, para Roberto Campos Neto, Pix ainda não atingiu todo o seu potencial

  • Segurança tem sido uma das principais áreas em que melhorias tem sido realizadas

  • Até o fim do mês Pix saque e Pix troco deverão ser implementado nas plataformas

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), afirmou que o Pix ainda não atingiu todo seu potencial. De acordo com o executivo, ainda há funcionalidades a ser implementadas, como a possibilidade de efetuar pagamentos sem conectividade à internet.

A informação foi dada no evento “(R)evolução Pix – 1 ano”, realizado pelo Banco Central, onde ele também anunciou o desejo de interligar o Pix com sistemas de pagamentos instantâneo de outros países. Segundo Neto, até o fim do mês também devem ser disponibilizadas duas novas modalidades, o Pix saque e o Pix troco.

Com um número crescente de transferências sendo realizadas a cada dia, o Pix está se tornando cada vez mais popular entre os brasileiros. Estima-se que cerca de R$ 40 bilhões em dinheiro em espécie deixaram de circular devido ao sistema do BC.

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Preocupações com a segurança

Apesar disso, a nova modalidade de pagamentos ainda não foi adotada pela maioria dos brasileiros. Segundo o levantamento, as preocupações com a segurança do sistema são a principal razão.

Por conta disso, o BC vem modificando o sistema de modo a torná-lo mais seguro. Em seu aniversário de 1 ano, hoje, o Pix estreou diversas novas medidas de segurança, como a devolução de valor.

A nova ferramenta permite que, em caso de fundada suspeita de fraude ou falha operacional, a instituição pagadora ou a própria pessoa pode solicitar a devolução do dinheiro.

Além disso, o Banco Central alterou o regulamento de utilização do sistema por parte dos bancos e das instituições pagadoras, deixando claro que elas serão responsabilizadas por "fraudes decorrentes de falhas nos seus próprios mecanismos de gerenciamento de riscos".

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