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Pix: Empresas que usam o sistema encaram tarifas de até R$ 150

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Pix
Tarifas não valem para Microempreendedores Individuais (MEI) e empresas individuais (EI)

(Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

  • Empresas encaram cobranças maiores nas operações com Pix

  • Em alguns casos, tarifas chegam a R$ 150

  • Bancos como Santander, Banco do Brasil e Mercado Pago já estipularam taxas

As empresas que utilizam Pix têm encarado cobranças de tarifas cada vez maiores. Embora não tenham sido implementadas logo no lançamento do sistema, as taxas para pessoas jurídicas são permitidas e encontram-se cada vez maiores, chegando a R$ 150, em alguns casos.

Conforme divulgado pelo O Estado de S. Paulo, o Banco do Brasil cobrará, a partir de 9 de fevereiro, R$ 2,90 a cada saque via Pix Saque ou Pix Troco. Já o Santander estipulou, logo no começo deste ano, o valor de R$ 2,50 por operação.

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Por enquanto, somente a Caixa não realiza cobrança nas transações das empresas. Fintechs como Nubank, Inter e C6 também isentam as pessoas jurídicas, mas nem todas são assim: O Mercado Pago aderiu às taxas e foi pelo mesmo caminho que grandes bancos.

Vale ressaltar que as tarifas não valem para Microempreendedores Individuais (MEI) e empresas individuais (EI).

Pix segue competitivo

Para Daniel Sakamoto, gerente executivo da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), é importante que os empresários pesquisem as melhores taxas antes de realizarem as transações.

“A adoção do Pix reduziu os custos, mas as taxas podem retirar parte dessa vantagem. O micro e o pequeno empresário têm que fazer conta pequena mesmo, tudo pesa. Por isso é importante pesquisar. E não é porque o Pix está cobrando taxa que ele deixa de ser competitivo”, disse ao jornal.

Apesar da inclusão das tarifas, o Pix segue mais vantajoso que outras modalidades de pagamento.

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