Mercado abrirá em 9 h 42 min
  • BOVESPA

    130.207,96
    +766,93 (+0,59%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.029,54
    -256,92 (-0,50%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,96
    +0,08 (+0,11%)
     
  • OURO

    1.863,70
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    40.365,68
    +1.410,60 (+3,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.008,82
    +39,97 (+4,13%)
     
  • S&P500

    4.255,15
    +7,71 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    34.393,75
    -85,85 (-0,25%)
     
  • FTSE

    7.146,68
    +12,62 (+0,18%)
     
  • HANG SENG

    28.492,13
    -350,00 (-1,21%)
     
  • NIKKEI

    29.375,94
    +214,14 (+0,73%)
     
  • NASDAQ

    14.141,25
    +16,50 (+0,12%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1326
    +0,0011 (+0,02%)
     

Pix Cobrança, alternativa ao boleto, começa a valer hoje. Veja como funciona

·3 minuto de leitura

BRASÍLIA — O Banco Central (BC) lançou nesta sexta-feira o Pix Cobrança, uma nova funcionalidade que vai permitir pagamentos com vencimentos futuros e que deve competir com o boleto bancário. O serviço já deve estar disponível nos aplicativos das instituições financeiras.

De acordo com BC, o Pix Cobrança vai funcionar com um QR Code no lugar do tradicional código de barras e vai permitir pagamentos futuros com previsão de juros, multas e descontos, assim como o boleto.

No entanto, neste primeiro momento as instituições terão a obrigação de apenas disponibilizar a leitura e pagamento com a data da leitura do QR Code.

Isso acontece porque o BC criou um período de transição que vai desta sexta-feira até 30 de junho para que os bancos e financeiras possam se adaptar ao sistema. Depois desse período, as instituições que optarem por oferecer o serviço deverão disponibilizar o o serviços com todas as funcionalidades.

O Pix vai completar seis meses de operação no próximo domingo e, segundo os dados mais recentes referentes a abril, já registrou 1 trilhão de transações.

De acordo com informações do “G1”, esse número representou 51% de todas as transações do país em abril, mais do que TED, DOC, boleto bancário e cheque em conjunto. Essa é a primeira vez que isso acontece desde o lançamento da ferramenta em novembro.

Nesse tempo, R$ 951 trilhões passaram pelo Pix seja em transferências pessoais, pagamentos para empresas, pagamentos entre empresas ou para o governo.

Ainda segundo as estatísticas do BC, em abril o Pix tinha 82 milhões de usuários cadastrados na pessoa física e 5,4 milhões de usuários na pessoa jurídica. Entre eles, 73%, ou, 60 milhões de PFs já fizeram o uso do Pix pelo menos uma vez, enquanto na pessoa jurídica o número foi de 4,6 milhões, ou 85%.

Como será emitido o QR Code?

Lojistas, fornecedores, prestadores de serviços e outros tipos de empresa vão poder emitir um QR Code no próprio aplicativo da instituição financeira com a previsão do pagamento e as informações sobre juros, multas e descontos.

Haverá tarifas nas transações?

O Pix é gratuito para pessoas físicas, empresários individuais e microempresários individuais (MEIs). No entanto, para o uso comercial, ele será tarifado em duas situações. Na primeira, se o recebimento for por QR Code dinâmico, que apresenta mais possibilidades de configuração do que o QR Code estático.

Na segunda, se a conta receber mais de trinta transações no mês. Nesse último caso, o banco terá de verificar se a pessoa está fazendo uso comercial do Pix e, se confirmar, cobrar uma tarifa a partir de 31ª transação.

Qual a diferença entre QR Code dinâmico e estático?

O estático poderá ser utilizado para transferências ou no comércio quando as informações para pagamentos não mudam, incluindo o valor do pagamento (exemplo: um sorveteiro, em que o preço do picolé é o mesmo sempre).

O dinâmico poderá ser utilizado no comércio quando as informações para pagamentos mudam a cada momento (ex: em um supermercado, quando o valor de cada compra é diferente).