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Pirataria fantasma: Ásia registra uso ilegal de software via acesso remoto

A Software Alliance (BSA), grupo que reúne algumas das maiores empresas de software do mundo, está apoiando autoridades de defesa do Sudeste Asiático a reprimir empresas que usam software sem licença. Isso inclui até uma nova categoria chamada "pirataria fantasma", que consiste em funcionários usando software pirata durante o trabalho remoto, fora do escritório físico.

A pandemia de covid levou muitos funcionários a trabalharem em casa nos últimos dois anos e também restringiu viagens. Esses dois fatores reduziram o raio de ação da BSA para combater a pirataria corporativa. Mas as atividades do grupo aos poucos foram retomadas, com descobertas de pirataria entre profissionais de design, criativos, animação e engenharia na Indonésia, Malásia, Filipinas e Vietnã.

Na Malásia, por exemplo, o Ministério do Comércio Interno e Assuntos do Consumidor realizou seu nono ataque este mês. Algumas das empresas atingidas foram uma de design de interiores e outra de design e construção, além de companhias nas indústrias de engenharia de precisão de fabricação e construção. Juntas, essas empresas tinham mais de US$ 150 mil (R$ 767 mil) em software não licenciado instalado em seus sistemas.

BSA encontrou software pirata em empresas da Indonésia, Malásia, Filipinas e Vietnã (Imagem: Envato/twenty20photos)
BSA encontrou software pirata em empresas da Indonésia, Malásia, Filipinas e Vietnã (Imagem: Envato/twenty20photos)

Em Bangkok (Tailândia), a BSA recebeu uma informação de um funcionário de um estúdio de animação que trabalha para uma plataforma global de streaming. A pista foi repassada à polícia de Crimes Econômicos e Cibernéticos do país, que invadiu o negócio.

Os oficiais perceberam que os funcionários que trabalhavam em casa usavam ferramentas de acesso remoto para usar softwares piratas e hackeados instalados nas máquinas da empresa. Um dos exemplos era o Autodesk Maya, usado para efeitos especiais em filmes e animações. O valor do software pirateado era de quase US$ 200 mil (R$ 1 milhão).

Fonte: Canaltech

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