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Piora de inflação nos EUA deve manter aperto agressivo do Fed

(Bloomberg) -- A inflação nos EUA continuou a esquentar em junho e atingiu um novo pico que manterá o Federal Reserve voltado para outro grande aumento de juros no final deste mês, segundo as projeções de economistas.

O índice de preços ao consumidor americano, que será divulgado na quarta-feira, provavelmente registrou alta anual de 8,8%, o maior salto desde 1981, de acordo com a previsão mediana em uma pesquisa da Bloomberg. Em relação a maio, a estimativa é que o indicador amplamente seguido pelo mercado teve alta de 1,1%, marcando a terceira vez nos últimos quatro meses em que a inflação mensal foi de pelo menos 1%.

A aceleração provavelmente refletirá o aumento da gasolina e os custos elevados dos alimentos. O preço nas bombas de gasolina do país atingiu uma máxima de mais de US$ 5 por galão em meados de junho e adicionará pelo menos 0,5 ponto percentual ao avanço mensal do índice de preços, de acordo com a Bloomberg Economics.

Os altos custos do combustível, que já estavam subindo bem antes de a Rússia invadir a Ucrânia, ajudam a explicar tanto os baixos índices de aprovação do presidente Joe Biden quanto sua viagem ao Oriente Médio, onde ele espera convencer os líderes árabes a produzir mais petróleo.

Mas a inflação já pode ter começado a esfriar este mês. Os preços dos combustíveis começaram a cair, varejistas com estoques inchados dão descontos e os preços de carros usados diminuem. E a estimativa para o núcleo da inflação em junho, que exclui energia e alimentos, é de 0,5%, a menor alta mensal em três meses.

Embora as autoridades do Fed já tenham sinalizado um aumento de juros de 0,75 ponto percentual em sua próxima reunião, números de inflação menores nos próximos meses podem levar a uma postura menos agressiva ainda este ano.

“Se eu estiver certo sobre junho ser o início de uma série de dados de núcleo da inflação mais baixo, que é o que o Fed quer ver, acho que os comentários das autoridades mudarão rapidamente para um aumento de 50 pontos-base em setembro e há mais apostas de desaceleração para 25 pontos base no final do ano”, disse Omair Sharif, fundador da Inflation Insights.

Mas, embora as medidas de inflação de bens estejam desacelerando, componentes de serviços como habitação podem manter a alta de preços ao consumidor elevada por alguns meses.

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