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Pinguins pararam de voar muito antes da formação das camadas de gelo polar

Os pinguins perderam a capacidade de voar há mais de 60 milhões de anos, muito antes da formação das camadas de gelo polar. A informação vem de um estudo internacional publicado na revista científica Nature Communications na última terça-feira (19).

Os cientistas da Argentina, Austrália, Grã-Bretanha, China, Dinamarca, Alemanha, Nova Zelândia, Noruega, África do Sul e Estados Unidos reconstruíram mais de 60 milhões de anos de história evolutiva dos pinguins analisando os genomas de espécies de pinguins vivas e extintas (nos últimos 300 anos), além de fósseis.

No estudo, os cientistas explicaram como os pinguins passaram de aves terrestres para aves marinhas, vivendo em alguns dos ambientes mais extremos da Terra, como a Antártida e o Oceano Antártico. Conforme comenta o artigo, a estrutura corporal dos pinguins evoluiu para ser muito diferente de outras aves, para se adaptar a esses ambientes gelados.

“Os corpos dos pinguins são aerodinâmicos para nadar. Suas nadadeiras são como barbatanas de peixe e seus pés são palmados como patos. Eles têm um bico curto, visão aguçada para mergulho e caça subaquáticos, além de uma espessa camada de gordura para se manter aquecido, e retêm apenas genes relacionados à detecção de acidez e salinidade", apontam os pesquisadores.

Pinguins pararam de voar muito antes da formação das camadas de gelo polar (Imagem: kwestdigital/envato)
Pinguins pararam de voar muito antes da formação das camadas de gelo polar (Imagem: kwestdigital/envato)

Entre as aves, os pinguins são os melhores mergulhadores e podem prender a respiração por minutos enquanto mergulham. O artigo sugere que as mutações genéticas fortaleceram as proteínas de ligação ao oxigênio (mioglobina nos músculos e hemoglobina no sangue), o que permite prender a respiração por bastante tempo.

“Os pinguins conseguiram superar as mudanças climáticas extremas e se adaptaram a diferentes ambientes. Nossa compreensão de como os pinguins se adaptam ao oceano e à região polar nos permite protegê-los melhor e nos dá esperança sobre seu futuro”, conclui o estudo.

Fonte: Canaltech

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