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Pico maior sinalizado por Powell dá espaço para salto de yields

(Bloomberg) -- Os yields dos títulos do Tesouro americano de curto prazo parecem vulneráveis a uma disparada em direção às máximas do milênio depois que Jerome Powell sinalizou que o pico de juros provavelmente será significativamente mais alto do que muitos esperam.

O yield de dois anos saltou após os comentários do presidente do Federal Reserve, mas a cerca de 4,72% ainda está longe do pico de 5,06% precificado nos futuros ligados à taxa básica do Fed. Visto que os yields quase sempre superaram a taxa de pico do Fed nos últimos 40 anos, isso implica mais saltos à frente.

“Powell fez bem ao descartar uma pausa ou virada real na trajetória de política monetária”, disse Kellie Wood, gestora de renda fixa da Schroders em Sydney. “Uma taxa final mais alta é provável, então estamos posicionados para mais achatamento da curva de juros, impulsionado pela nota de 2 anos.”

Embora os yields de dois anos estejam bem acima do limite superior de 4% para os juros do banco central, Powell disse que há muito mais a ser feito antes que os formuladores de política monetária possam ter certeza de que aumentaram juros o suficiente.

Wood, da Schroder, espera que o yield pelo menos corresponda ao núcleo da inflação anual de 5,1% nos dados de gastos de consumo pessoal, um indicador-chave que o Fed acompanha.

A Bloomberg Economics disse em relatório que uma taxa final de 6% é possível. O yield de dois anos ultrapassou 5% pela última vez em 2007 e chegou a quase 7% em 2000, o nível mais alto no novo milênio. Nos anos 80, atingiu quase 17%.

Powell também teve um forte impacto nas apostas em uma virada do banco central, com cortes de juros já no ano que vem, diante do risco de recessão. Os futuros de eurodólar apontavam para expectativas de corte de apenas 0,11 pontos percentual na quinta-feira, um recuo rápido em relação a uma semana atrás, quando os operadores pareciam certos de um corte de 0,25 ponto percentual e precificavam cerca de 80% de chance de um segundo.

--Com a colaboração de Jane Pong, Cormac Mullen e David Finnerty.

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