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PIB recua e Brasil entra em recessão técnica

·2 min de leitura
Previsão de crescimento também sofreu alteração para 2022
Previsão de crescimento também sofreu alteração para 2022 (Getty Images)
  • Queda do setor agro foi fundamental para o resultado ruim do trimestre

  • Apesar do recuo do PIB, mercado de trabalho tem apresentado melhora

  • Inflação preocupa os especialistas para este ano e 2022

O Produto Interno Bruto do Brasil recuou 0,1% no 3º trimestre de 2021 na comparação com os três meses anteriores, caracterizando uma recessão técnica, segundo divulgou nesta quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em relação ao mesmo período de 2020 houve crescimento de 4%.

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No segundo trimestre a economia havia registrado queda de 0,4% na mesma base de comparação Dois trimestres seguidos de contração são considerados como recessão técnica. O número inicial do IBGE para esse período foi de - 0,1%.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de estabilidade no terceiro trimestre sobre os três meses anteriores.

Em relação ao terceiro trimestre de 2020, a expectativa da agência era de alta de 4,2%.

O que motivou a queda

Apesar da alta de 1,1% nos serviços, setor que responde por mais de 70% do PIB, a queda no 3º trimestre foi pressionada pelo recuo de 8% na agropecuária e também pela queda de 9,8% nas exportações de bens e serviços. Já a indústria ficou estagnada.

Segundo o IBGE, o forte recuo na agropecuária aconteceu por causa do encerramento da safra de soja, que acabou impactando as exportações.

Piora nas expectativas

O Ministério da Economia diminuiu a expectativa oficial para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano de 5,3% para 5,1%. Para 2022, a previsão caiu de 2,5% para 2,1%.

O corte na projeção para este ano já havia sido sinalizado em setembro, quando a queda de 0,1% da economia no segundo trimestre frustrou as expectativas do governo de avanço de 0,25% no período.

Taxa de desemprego vem caindo, mas com queda na renda

O mercado de trabalho tem mostrado sinais de melhora. O Brasil encerrou o terceiro trimestre com queda na taxa de desemprego e no número de pessoas que buscam trabalho, em meio ao aumento da ocupação conforme a economia tenta se recuperar dos impactos da Covid-19, mas também com recuo na renda real.

A taxa calculada pela Pnad Contínua ficou em 12,6% no trimestre encerrado em setembro, ante 14,2% no segundo trimestre.

Mas apesar do aumento entre as pessoas ocupadas, o rendimento médio real dos trabalhadores ficou em 2.459 reais no terceiro trimestre, uma queda de 4,0% frente ao último trimestre e de 11,1% sobre o mesmo período do ano passado, o que indica que o aumento da ocupação foi puxado por postos de trabalho com salários menores.

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