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PIB da China derruba Bolsas globais; dólar opera acima de R$ 5,50

·4 min de leitura

RIO — O dólar opera em enquanto a Bolsa cai no início desta segunda-feira. Os mercados globais começam a semana em baixa após a divulgação do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) da China no terceiro trimestre vir abaixo das expectativas, em um cenário de preocupação global com a inflação e com a retirada de estímulos por parte de bancos centrais.

Por volta de 10h30, a moeda americana tinha alta de 1,22%, negociada a R$ 5,5189. O movimento acompanha o fortalecimento do dólar frente a outras divisas no exterior, com a maior aversão ao risco por parte dos investidores.

No mesmo horário, o índice Ibovespa cedia 1,11%, aos 113.379 pontos.

Após uma semana positiva, com o impulso dos balanços do terceiro trimestre nos Estados Unidos, os mercados no exterior apresentavam baixas.

Por volta de 10h30, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres cedia 0,59%. Em Frankfurt e Paris, ocorriam quedas de 0,89% e 1,01%, respectivamente.

Já as bolsas asiáticas fecharam com direções contrárias, ainda reagindo a um pregão positivo na sexta-feira dos mercados americanos.

O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, cedeu 0,15%. Na China, houve baixa de 0,12% e em Hong Kong, alta de 0,31%.

Precatórios no radar

Na cena interna, as atenções se voltam para a proposta de emenda à Constituição (PEC) dos precatórios, que tem a previsão de ser votada nesta semana.

A aprovação pode abrir espaço no teto de gastos para viabilizar a reformulação do programa Bolsa Família.

E a indefinição sobre o assunto vem pesando no mercado local nas últimas semanas, o que foi agravado com as discussões sobre uma possível extensão do auxílio emergencial.

Na China, imobiliário e energia pesam

O PIB chinês avançou 4,9% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, abaixo das expectativas do mercado.

Entre os fatores que influenciaram no resultado estão a crise energética, que vem obrigando várias fábricas no país a paralisar atividades e as interrupções na cadeia de suprimentos causadas pelos surtos de coronavírus. Sem falar nas dificuldades enfrentadas pela gigante do setor imobiliário no país Evergrande.

No trimestre anterior, a economia chinesa tinha avançado 7,9%.

“Esses resultados impõem viés de baixa para o crescimento chinês deste e do próximo ano, visto que a política econômica não deve ser significativamente alterada no curto prazo e os vetores de baixa seguirão presentes: lançamentos e vendas de imóveis continuarão enfraquecendo e cortes de energia mantêm produção industrial restrita”, destacou o Bradesco em boletim matinal.

O resultado não foi pior devido aos avanços nas exportações e vendas do varejo.

“Ao todo, o dado reforçou a narrativa de desaceleração da atividade no gigante asiático, fato que pode vir a pressionar mais commodities ligadas ao setor de construção mais para frente”, escreveram analistas da Guide Investimentos em nota matinal.

Ações

Entre as ações, as ordinárias da Petrobras (PETR3, com direito a voto) cediam 1,13% e as preferenciais (PETR4, sem direito a voto), 1,32%.

As ordinárias da Vale (VALE3) caíam 1,18% e as da Siderúrgica Nacional (CSNA3), 3,37%.

As preferenciais da Usiminas (USIM5) tinham queda de 1,81%.

No setor financeiro, as preferenciais do Itaú (ITUB4) e do Bradesco (BBDC4) cediam 0,93% e 0,89%, respectivamente.

Nas maiores altas, destaque para os papéis PN das Lojas Americanas (LAME4), que avançavam 11,68%.

A Americanas anunciou, em fato relevante ao mercado, que estuda uma possível união das bases acionárias da Lojas Americanas e da Americanas s.a., antiga B2W, na B3.

A união ocorre no âmbito da reorganização societária e operacional pela qual a companhia vem passando. O objetivo seria a migração da base acionária para uma nova sociedade, com sede no exterior, cujas ações seriam listadas na Bolsa de Nova York (Nyse) ou em Nasdaq.

Petróleo sobe

O preço dos contratos futuros do petróleo seguia a tendência de alta na semana anterior, em meio às perspectivas de aumento da demanda.

Por volta de 10h35, em Brasília, o preço do contrato para dezembro do petróleo tipo Brent subia 0,58%, negociado a US$ 85,35, o barril.

Já o contrato do tipo WTI para novembro subia 1,03, cotado a US$ 83,13, o barril.

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