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PIB da Argentina recua 16,2% no segundo trimestre

·1 minuto de leitura

A queda divulgada pelo Indec foi em relação aos três primeiros meses de 2020; em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo do Produto Interno Bruto foi de 19,1% O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina recuou 16,2% no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses de 2020, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (22) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda chegou a 19,1%. Levando em consideração a comparação anual, trata-se do pior desempenho trimestral do PIB argentino na história, provocado pelas restrições impostas pelo governo de Alberto Fernández para enfrentar o avanço do novo coronavírus. Até então, o recorde negativo era de -16,3%, registrado no segundo trimestre de 2002. “As restrições globais à circulação de pessoas, com o objetivo de mitigar a pandemia de covid-19, afetam um conjunto significativo de atividades econômicas em todos os países”, disse o Indec, hoje. Segundo o instituto, os setores mais afetados pela quarentena na Argentina foram hotéis e restaurantes, que recuaram 73,4% em base anual, e outras atividades de serviços comunitários, sociais e pessoais, com queda de 67,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O consumo privado, por sua vez, encolheu 22,3%. A pandemia agravou a situação econômica na Argentina, que está em crise pelo menos desde abril de 2018. Apesar de ter conseguido um acordo com credores privados para reestruturar parte de sua dívida externa, o país enfrenta, agora, uma escassez de dólares e impôs, na semana passada, mais controles sobre o câmbio.