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Correção: Pfizer exige assinatura de ministros da África do Sul

S'thembile Cele
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Pfizer exige que os ministros da Saúde e Finanças da África do Sul assinem pessoalmente um acordo de fornecimento de sua vacina contra a Covid-19 para que a empresa seja indenizada por qualquer queixa feita no país relacionada ao imunizante.

A demanda consta em uma carta de 24 de março do ministro da Saúde da África do Sul, Zweli Mkhize, para o ministro das Finanças, Tito Mboweni, vista pela Bloomberg e confirmada pelo Tesouro Nacional. A Pfizer não ficou satisfeita com as garantias de que a assinatura do diretor-geral de saúde do país seria suficiente para garantir a indenização, disse Mkhize.

A exigência ameaça atrasar ainda mais a campanha de vacinação da África do Sul, que está mais lenta em relação a de outros mercados emergentes e vários países africanos, e aumenta a pressão sobre o governo. O acordo visa o fornecimento de 20 milhões de doses da vacina fabricada pela Pfizer e BioNTech.

As assinaturas ministeriais darão à Pfizer a “garantia de que os termos da cláusula de indenização são reconhecidos pelo governo e, como tal, qualquer responsabilidade que venha a ser estabelecida será coberta pelo fisco”, escreveu Mkhize. “Você, sem dúvida, concordará comigo que há uma pressão crescente e que já não podemos justificar publicamente mais atrasos.”

A porta-voz de Mkhize não quis comentar. O Tesouro Nacional informou em resposta a uma consulta que as discussões sobre a assinatura dos acordos estavam em andamento e confirmou o recebimento da carta.

“Estamos em discussões com o governo na África do Sul para fornecer acesso à vacina”, disse a Pfizer em resposta a perguntas. “Essas discussões são confidenciais e não temos nada a anunciar no momento.”

A exigência seria a última feita pela Pfizer e, uma vez assinada, as vacinas começariam a chegar em duas semanas, disse Mkhize.

Com mais de 1,5 milhão de casos registrados e quase 53 mil mortes, a África do Sul é o país mais afetado pelo coronavírus no continente. Até agora, apenas 231.605 pessoas foram vacinadas como parte de um estudo com a vacina da Johnson & Johnson, e o programa de vacinação mais amplo ainda não começou.

O governo disse que a meta inicial de vacinar 40 milhões de pessoas neste ano não será cumprida.

Em 26 de março, o News24, um site de notícias sul-africano, disse que entregas maiores da vacina da Johnson & Johnson irão atrasar porque o governo ainda não havia criado um fundo de compensação sem culpa, citando pessoas não identificadas. Anban Pillay, vice-diretor geral do departamento de saúde, disse à Bloomberg que não há atrasos, sem fornecer mais informações.

(Corrige informação no último parágrafo para mostrar que o fundo não havia sido criado. Atualiza com resposta da Pfizer no sexto parágrafo.)

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