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PF vai investigar crime de ameaça a vice-presidente da CPI da Covid

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BRASÍLIA - A Polícia Federal (PF) informou a CPI da Covid que abriu um inquérito para investigar ameaça sofrida pelo vice-presidente da comissão, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O documento é assinado pelo delegado Francisco Vicente Badenes Junior, que ficará responsável pela investigação.

Em 18 de maio, o presidente da CPI, Omar Aziz, mandou para a PF um ofício com "prints" de mensagens recebidas por Randolfe por meio do aplicativo "Whatsapp" em seu celular. As mensagens continham ameaças em razão de sua atuação na CPI.

— Alguns colegas desta comissão parlamentar de inquérito, eu creio que não devam ser todos, têm recebido nas suas comunicações pessoais, têm recebido no seu WhatsApp, e de diversas formas, diferentes tipos de ameaças, o que me parece ser claramente uma ação coordenada — disse Randolfe na sessão de 18 de maio da CPI, pedindo que o caso fosse encaminhado à PF.

— Será encaminhada hoje mesmo, senador Randolfe. Isso daí está virando uma rotina, mas o papel nosso é continuar trabalhando aqui — respondeu Omar na ocasião.

Na época, Randolfe afirmou que a lei de 1952 regulando o funcionamento das CPIs estabelece como crime "impedir, ou tentar impedir, mediante violência, ameaça ou assuadas, o regular funcionamento de Comissão Parlamentar de Inquérito, ou o livre exercício das atribuições de qualquer dos seus membros". A PF informou, porém, que a investigação é pelo crime de ameaça, previsto no Código Penal, com pena de detenção de um a seis meses, ou multa.

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