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PF deflagra segunda fase da Operação Kryptos

·2 minuto de leitura
Homem empilhando dinheiro no formato de pirâmide
Esquema de pirâmide se mantém por meio do recrutamento de novos investidores
(Getty Images)
  • Operação Kryptos investiga esquema de pirâmide envolvendo criptomoedas;

  • PF tem dois mandados de prisão preventiva e dois de apreensão contra acusados;

  • Chefe da operação já havia sido preso em 25 de agosto.

A Polícia Federal (PF) dá continuidade nesta quinta-feira, 9, à segunda fase da Operação Kryptos, que investiga a prática ilegal do esquema de pirâmide financeira envolvendo operações com criptomoedas no Rio de Janeiro.

Os agendes saíram para cumprir dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão contra João Marcus Pinheiro Dumas Viana e Michael de Souza Magno, ligados a Glaidson Acácio dos Santos, apontado como chefe da organização e preso durante a primeira etapa, em 25 de agosto.

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A Operação conta com o apoio da Receita Federal, que suspeita que a empresa, localizada na Região dos Lagos, atuava como um fundo de investimento, prometendo rendimentos fixos aos investidores que adquirissem uma quantia de cotas. No entanto, isso levantou suspeitas. “Em um mercado volátil como o de bitcoin, uma promessa de rentabilidade fixa não é sustentável”, afirmou a Receita, em nota.

O esquema ilegal de pirâmide funciona da seguinte maneira: o golpista convence uma pessoa a entrar para um investimento promissor mediante pagamento de determinada quantia. Essa pessoa deve recrutar outros investidores, que por sua vez, devem envolver mais pessoas. A cada novo sócio, uma porcentagem do dinheiro vai para os recrutadores e assim sucessivamente. No esquema, não é a operação que é lucrativa, mas o aporte de novos clientes, e para mantê-lo funcionando, é preciso seguir expandindo a rede. Segundo a Receita, os mentores da pirâmide não declaram os lucros ao fisco.

Primeira fase da Operação

Glaidson, chamado de “faraó dos bitcoins”, foi preso no dia 25 de agosto em um condomínio de luxo. A PF encontrou mais de R$ 15 milhões em dinheiro vivo, além de 591 bitcoins, correspondentes a mais de R$ 150 milhões.

A investigação apontou que o esquema comandado por Glaidson movimentou mais de R$ 38 bilhões em seis anos.

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