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Petroleiros alertam para 'greve histórica' se Petrobras for privatizada

Apesar de falas do governo, especialistas apontam que privatização não reduziria os preços da Petrobras (REUTERS/Adriano Machado)
Apesar de falas do governo, especialistas apontam que privatização não reduziria os preços da Petrobras (REUTERS/Adriano Machado)
  • Coordenador-geral da FUP acusou Bolsonaro de fingir preocupação com a população

  • Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, descarta a possibilidade de privatização da Petrobras

  • Apesar de falas do governo, especialistas apontam que privatização não reduziria os preços

Em meio de promessas pela privatização da Petrobras por membros do governo, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, anunciou por meio de sua conta no Twitter que haverá "a maior greve da história" caso a privatização entre em pauta.

"Ao invés de buscar um 'bode expiatório' para enganar a população, fingindo preocupação, Bolsonaro deveria assumir o papel de mandatário e acabar com essa política de preços covarde, que vem levando o povo cada vez mais à miséria", disse Bacelar.

"Bolsonaro, repito: você vai ver a maior greve da história da categoria petroleira caso ouse pautar a privatização da Petrobrás", finalizou o coordenador-geral da FUP.

A fala de Bacelar é uma resposta aos últimos comentários do novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, que afirmou que solicitaria estudos ao ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a privatização da Petrobras e do Pré-sal. Especialistas da área afirmam que, entretanto, a privatização da estatal não reduziria os preços dos combustíveis.

O desejo foi repercutido pelo presidente do (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, que colocou a instituição à disposição do governo para efetuar os estudos ainda em 2022.

Bacelar responde também aos comentários diretos do presidente, Jair Bolsonaro (PL) que se diz incapaz de alterar a política de preços da Petrobras, tentando capitalizar na indignação pública afirmando que o lucro da estatal neste período de crise é "inadmissível".

A PPI, ou política de paridade de importação, é a atual política de preços da Petrobras, instituída pelo presidente da estatal na época, Pedro Parente, sob comando do ex-presidente Michel Temer e seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

No entanto, Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal, afirmou que não é o momento para se pensar em privatizar a petroleira. "Eu acho importante que tenhamos um estudo aprofundado sobre as possibilidades relativamente à Petrobras. Mas não considero que esteja no radar ou na mesa de discussão neste momento a privatização da empresa porque o momento é muito ruim para isso", afirmou.

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