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Petroleiras de olho em projeto de US$ 29 bilhões de GNL no Catar

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O governo do Catar diz que há muita demanda de algumas das maiores petroleiras do mundo para participar do projeto de US$ 29 bilhões destinado a aumentar a produção de gás natural liquefeito e preservar o domínio do país no mercado global.

O estado do Golfo Pérsico recebeu propostas para dobrar o investimento de capital que busca para financiar a expansão, disse o ministro de Energia, Saad Al-Kaabi. Clientes de GNL também se apressaram em fazer ofertas pelos suprimentos extras, disse o ministro, embora não devam estar disponíveis até o final de 2025.

Royal Dutch Shell, TotalEnergies e Exxon Mobil estão entre os interessados nos investimentos de capital, disse Kaabi durante o Fórum Econômico do Catar na terça-feira.

Atrair investidores internacionais é um importante voto de confiança para o Catar e seus planos de expansão em GNL, em meio à mudança da percepção global do combustível. Antes apontado como ponte entre o carvão e o petróleo e formas mais limpas de energia, como a eólica e a solar, o futuro do GNL está mais incerto com as medidas de governos para desacelerar a mudança climática e eliminar totalmente os combustíveis fósseis.

A estatal Qatar Petroleum, também sob o comando de Kaabi, está aumentando sua capacidade anual de produção de GNL de 77 milhões de toneladas para 110 milhões de toneladas e tem superado exportadores rivais em preços na tentativa de se manter como a maior produtora mundial do combustível. A QP planeja um segundo projeto que aumentará a produção para 126 milhões de toneladas por ano até 2027.

Executivos de QP viajaram pelo mundo nos últimos meses para fechar acordos competitivos com clientes de crescimento mais rápido, às vezes concordando com preços bem abaixo dos que pediam há menos de uma década.

O sul da Ásia, onde a Shell espera que a demanda de GNL triplique até 2040, tem sido um foco em particular para o Catar.

A QP espera assinar mais acordos para vender GNL nos próximos meses, disse Kaabi.

Os investimentos do Catar na captura de carbono têm aumentado o interesse entre compradores de GNL e potenciais investidores, disse o ministro de Energia. O governo busca melhorar as credenciais ambientais de seu principal produto de exportação com a construção de instalações capazes de capturar mais de 7 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano até 2030 em relação aos 2 milhões de toneladas atualmente.

“As ofertas são o dobro do que pedimos, sejam acordos de compra e venda ou capital”, disse. “Há um grande interesse, e acho que grande parte disso se deve ao sequestro de carbono e ao gás sendo parte da solução para o futuro.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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