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Petrobras volta a afirmar que não atenderá demanda de combustíveis

·2 min de leitura
(Photo by Wagner Meier/Getty Images)
(Photo by Wagner Meier/Getty Images)
  • Estatal repete o informe de outubro e afirma que não poderá suprir a demanda de dezembro

  • A ANP, na situação do mês passado, informou estar monitorando o mercado e não vê risco de desabastecimento

  • Com a alta do dólar, houve uma demanda maior pelo produto da Petrobras

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (19), que não conseguirá atender a 100% dos pedidos feitos pelas distribuidoras de combustível no mês de dezembro. As informações são da Reuters.

O informe da petroleira vem meio à sua afirmação passada de que não conseguiria abastecer completamente as distribuidoras no mês de novembro.

"Assim como no mês de novembro, os pedidos de diesel encaminhados pelas distribuidoras para o mês de dezembro foram atípicos e superiores ao mercado esperado para este período", disse a empresa.

"Após avaliação de disponibilidade, considerando nossa capacidade de produção e oferta, o volume aceito foi inferior aos pedidos recebidos."

Segundo a empresa, há empresas cadastradas na Agência Nacional do Petróleo (ANP), agência reguladora da área, que estão aptas a realizar a importação de combustíveis e podem atender a essa demanda.

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Mês de novembro

No mês passado, em outubro, a petroleira brasileira já havia informado à Brasilcom (Associação das Distribuidoras de Combustíveis Brasilcom) que não conseguiria suprir a demanda, e que realizaria cortes nos pedidos de gasolina e diesel feitos.

Segundo a Brasilcom, houve casos em que os cortes atingiram mais de 50% do volume de pedidos.

O motivo dado pela empresa teria sido o mesmo, uma demanda "atípica" e incompatível com o histórico do mercado para a época.

Na época, a ANP negou o risco de desabastecimento e afirmou que estava monitorando o mercado e tomaria as medidas cabíveis para impedir uma crise.

Cenário brasileiro

Atualmente a Petrobras é responsável por quase 100% da produção nacional de derivados de petróleo. Além disso, a empresa atua com fator de utilização de 87%, o maior em sua história.

Com a alta do dólar tem sido mais e mais caro para os importadores comparem petróleo no exterior, o que gerou uma maior demanda do produto nacional, da Petrobras, que cobra mais barato pelo produto.

Isto se dá apesar de sua política de paridade de preços (PPI), que exige que a estatal cobre valores iguais aos negociados no mercado internacional.

No entanto, a Petrobras é pressionada por diversos segmentos do país a segurar esses valores, para reduzir a escalada do preço dos combustíveis ainda mais.

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