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Gasolina da Petrobras cai 2% nas refinarias; diesel segue estável

·2 minuto de leitura
Frentista abastece automóvel em posto de combustíveis em São Paulo

Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras reduzirá o preço médio da gasolina nas refinarias em cerca de 2%, para 2,53 reais por litro, a partir de sábado, em seu primeiro reajuste de valores desde o início de maio, informou a assessoria de imprensa da petroleira nesta sexta-feira.

O preço médio do diesel a distribuidoras, por sua vez, não sofrerá alterações e será mantido a 2,71 reais por litro.

Foi o segundo reajuste feito na gasolina pela gestão do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, que tomou posse em 19 de abril, em substituição à Roberto Castello Branco, que deixou a empresa devido a descontentamento de Jair Bolsonaro com mudanças mais frequentes nas cotações efetuadas pela administração anterior.

"Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais", disse a empresa em nota.

"Nossos preços seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo", acrescentou Petrobras em nota.

A Petrobras destacou ainda que "os reajustes são realizados a qualquer tempo, sem periodicidade definida, de acordo com as condições de mercado e da análise do ambiente externo".

"Isso possibilita a companhia competir de maneira mais eficiente e flexível."

Anteriormente, a companhia havia reduzido a gasolina e o diesel --combustível mais consumido do Brasil-- em 1º de maio.

Apesar dos recuos, o valor médio da gasolina da Petrobras acumula alta de 37% neste ano, enquanto o diesel de 34%, segundo cálculos da Reuters.

IMPACTO DO CÂMBIO

A queda foi possível apesar de um salto de cerca de 8% nos preços do barril do petróleo Brent desde 1º de maio. Isso porque o dólar, outro indicador importante para calcular a paridade de importação, recuou aproximadamente 6% ante o real no mesmo período.

"Apesar da alta robusta do petróleo, o efeito do dólar foi mais forte e permitiu o ajuste para baixo", disse o Head de Renda Variável da Valor Investimentos Romero Oliveira, pontuando que o reajuste foi um indicativo de que a Petrobras mantém sua política que busca seguir a paridade de importação.

O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, afirmou que a gasolina da Petrobras está agora com uma defasagem de 9 centavos.

Nas contas da Abicom, diesel está 2% abaixo da paridade de importação.

O impacto de alterações nos preços dos combustíveis feitas pela Petrobras nas refinarias sobre os consumidores finais, nos postos, não é imediato e depende de uma série de questões, como impostos, margens de distribuidores e revendedores, além da adição de biocombustíveis.

(Por Marta Nogueira)

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