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Petrobras reduz em 10,4% preço do querosene de aviação

Petrobras reduz em 10,4% o preço do querosene de aviação
Petrobras reduz em 10,4% o preço do querosene de aviação
  • No início do mês, a estatal havia reduzido o preço em 2,6%;

  • O reajuste vai entrar em vigor a partir de 1º de setembro;

  • O combustível é responsável por mais de um terço dos custos totais das companhias aéreas.

A partir de 1º de setembro o preço do querosene de aviação (QAV) será reduzido em 10,4%, conforme anunciado pela Petrobras nesta sexta-feira (2). Já é a segunda redução seguida no valor do combustível: no início do mês, a estatal havia reduzido o preço em 2,6%. O combustível é responsável por mais de um terço dos custos totais das companhias aéreas.

"Conforme prática que remonta os últimos 20 anos, os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras. Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio", diz a Petrobras em nota.

Queda no preço do combustível vai custar R$ 50 bilhões ao governo

redução forçada no preço da energia dos combustíveis no Brasil irá causar um prejuízo bilionário para o governo federal neste ano. Realizada através do corte de impostos, ao invés de um ataque estrutural aos motivos da subida dos preços, o Tesouro Nacional terá de desembolsar cerca de R$ 50 bilhões para manter os abatimentos. Esse valor é similar a manter um Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023.

A redução de impostos foi a maneira que o governo federal encontrou para reduzir o preço dos combustíveis a tempo da eleição de outubro, de modo a tentar recuperar a popularidade perdida de Jair Bolsonaro, ao invés de tentar lidar com o problema de uma maneira mais eficaz no seu início.

Além da queda nas receitas de PIS/Cofins cobrados do diesel, biodiesel, etanol, gasolina e gás natural, o Ministério da Economia terá também que recompensar os estados da federação pela redução da arrecadação do ICMS dos combustíveis e da energia elétrica. Só de PIS/Cofins o Ministério da Economia prevê um rombo de R$ 33 bilhões, enquanto as reparações aos estados devem ficar em torno de R$ 20 bilhões.