Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.867,62
    +338,65 (+0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,05
    -1,62 (-2,58%)
     
  • OURO

    1.795,00
    +16,60 (+0,93%)
     
  • BTC-USD

    55.050,70
    -1.530,79 (-2,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.269,62
    +6,66 (+0,53%)
     
  • S&P500

    4.173,42
    +38,48 (+0,93%)
     
  • DOW JONES

    34.137,31
    +316,01 (+0,93%)
     
  • FTSE

    6.895,29
    +35,42 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.621,92
    -513,81 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    28.508,55
    -591,83 (-2,03%)
     
  • NASDAQ

    13.894,50
    +100,25 (+0,73%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7022
    -0,0003 (-0,00%)
     

Petrobras questiona Ministério de Minas e Energia sobre declarações de Bolsonaro

·1 minuto de leitura
Logo da Petrobras na fachada do edifício-sede da companhia no Rio de Janeiro

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras disse que enviou questionamentos ao governo sobre declaração do presidente Jair Bolsonaro, que disse na quarta-feira que um reajuste de 39% praticado pela estatal no preço do gás para distribuidoras é "inadmissível" e que poderia haver mudanças na política de preços da companhia.

"A Petrobras... informa que indagou o seu acionista controlador, por meio do Ministério de Minas e Energia, ao qual a companhia está vinculada, de acordo com a Lei 9.478/1997, sobre a existência de informações relevantes que deveriam ser divulgadas ao mercado", afirmou, em comunicado ao mercado na noite de quarta-feira.

"Até o momento, a companhia não recebeu resposta do MME", acrescentou a Petrobras no comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em suas declarações, durante discurso em Foz do Iguaçu (PR), Bolsonaro lançou dúvidas sobre os contratos de fornecimento de gás da Petrobras devido a reajuste anunciado para a partir de 1° de maio.

"É inadmissível! Que contratos são esses? Que acordos foram esses? Foram feitos pensando no Brasil?", afirmou o presidente da República.

"Não vou interferir, a imprensa vai dizer o contrário. Mas podemos mudar essa política de preço lá", acrescentou ele.

Recentemente, Bolsonaro decidiu retirar Roberto Castello Branco do cargo de presidente-executivo da Petrobras em meio a divergências sobre a política de preços de combustíveis adotadas pela estatal. Ele indicou à posição o general da reserva Joaquim Silva a Luna, que ocupava a diretoria-geral brasileira de Itaipu Binacional.

(Por Luciano Costa; Edição de Eduardo Simões)