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Petrobras muda política de preços, mas diferença pode ser mínima

Mudanças na política de preços da Petrobras não alteram a composição com base no preço em dólar
Mudanças na política de preços da Petrobras não alteram a composição com base no preço em dólar
  • Paridade do preço dos mercados internacionais em dólar não foi alterada;

  • Mudanças vem após intensas pressões do governo para que os preços dos combustíveis caiam;

  • Conselho Administrativo e Fiscal devem supervisionar os reajustes, mas prática já acontecia de maneira informal.

Frente a pressões do governo para baixar o preço dos combustíveis, a Petrobras anunciou mudanças em sua política de preços. Agora, todo reajuste será supervisionado pelo Conselho de Administração e pelo Conselho Fiscal. A alteração nas diretrizes da estatal não muda, no entanto, a formação do preço dos produtos, que segue baseado nos preços do mercado internacional, cotado em dólar.

Antes o preço dos combustíveis era decidido pelo presidente da estatal, pelo diretor financeiro e pelo diretor de logística. Ainda não se sabe que tipo de impacto a presença de ambos conselhos terá na formação do preço dos derivados de petróleo. De acordo com a própria petroleira, a mudança, de fato, não muda muita coisa, vide que ela apenas formaliza uma "prática já existente", ou seja, os conselhos já eram ouvidos pelos executivos.

A nova política vem em meio a pressões para a queda no preço dos combustíveis por parte do governo, como membros do Legislativo, mas em especial do presidente Jair Bolsonaro, fator que tem feito sua popularidade abaixar frente ao candidato à presidência da oposição, Lula.

Lula, e outros candidatos como Ciro Gomes, tem como uma de suas promessas de campanha a revogação da atual política de preços da Petrobras, afirmando que ela representa um roubo aos bolsos dos brasileiros, que pagam extremamente caro pelo combustível produzido pela estatal, e cujo dinheiro é revertido como dividendos para os acionistas da empresa.

Estatal deve distribuir dividendos superiores a R$ 50 bilhões

Uma fonte interna da petroleira afirmou ao jornal o Globo que a empresa deverá realizar o repasse de dividendos, isto é, o lucro da empresa pago à acionistas nacionais e internacionais. Hoje, segundo a composição acionária divulgada pela própria estatal, o investidor estrangeiro detém quase tanta parcela da Petrobras quanto o governo, e é o principal beneficiado com a alta dos preços no Brasil.

O governo, segundo O Globo, também espera altos dividendos da petroleira, que devem ser utilizados para compensar os altos gastos públicos sendo realizados às vésperas da eleição, como a chamada PEC Kamikaze.

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