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Lira aconselha que governo deixe de ser acionista majoritário da Petrobras

Petrobras: Lira aconselha que o governo deixe de ser acionista majoritário
Petrobras: Lira aconselha que o governo deixe de ser acionista majoritário
  • O presidente da Câmara sugeriu que o governo vendesse as ações que tem da Petrobras;

  • Lira ponderou que o momento para privatização pode ser “inadequado e muito curto”;

  • A declaração foi dada em entrevista nesta sexta-feira.

Em entrevista ao “Jornal Gente” da rede bandeirantes nesta sexta-feira (27), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aconselhou o governo a vender parte de suas ações da Petrobras para deixar de ser sócio majoritário da empresa, ponderando que o momento para privatização formal possa ser “inadequado e muito curto”.

A declaração foi dada após ter sido questionado sobre o andamento de uma proposta no Legislativo para privatizar a Petrobrás.

“O governo pode, por meio de um projeto de lei, ou uma discussão mais rápida, vender as ações do BNDES que tem (que são em torno de 14%). Ele deixaria de ser majoritário. Ele tiraria das suas costas a responsabilidade pela falta de sensibilidade da Petrobras.” disse ele.

O presidente da Câmara, apesar de indicar que uma privatização não deve ocorrer neste ano, voltou a criticar duramente a estatal por conta dos reajustes constantes no preço dos combustíveis em meio aos elevados lucros da empresa.

“Eu não falo] contra a Petrobras. É contra a insensibilidade, a falta de objetivo, a falta de investimento. A Petrobras hoje não tem nenhum viés estruturante para o país, a não ser o pagamento de dividendos de seus investidores. A Petrobras é uma empresa livre e independente, que, hoje, não tem função social. Então, nessa esteira, ou a gente privatiza ou toma as medidas mais duras.” afirmou Lira

Presidente do Senado disse que privatização não está no radar

Apesar do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, ter afirmado na sua posse, que pediria estudos ao governo sobre a eventual privatização da Petrobras, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse, no dia seguinte, que a desestatização da empresa "não está no radar" no momento.

"Em relação a esse tema, eu já disse outras vezes e reitero que os estudos, o aprofundamento de modelos, de possibilidades, eu acho importante que tenhamos um estudo aprofundado sobre possibilidades relativamente à Petrobras. Mas não considero que esteja no radar ou na mesa de discussão neste momento a privatização da empresa porque o momento é muito ruim para isso", afirmou Pacheco após uma reunião com secretários da Fazenda dos estados.

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