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Petrobras deve concluir venda de Baúna para australiana Karoon este mês

André Ramalho
·2 minutos de leitura

Negócio renderá, de imediato, US$ 150 milhões ao caixa da estatal Alexandre Cassiano/Agência O Globo A venda do campo de Baúna, no pós-sal da Bacia de Santos, da Petrobras para a Karoon, deve ser concluída na última quinzena de outubro, informou nesta segunda-feira a petroleira australiana. Assim que sacramentado, o negócio renderá, de imediato, US$ 150 milhões ao caixa da estatal. A transação estava prevista, anteriormente, para ser concluída em setembro. A Karoon esclareceu, em nota ao mercado, que obteve “progresso significativo” para obtenção da aprovação da Agência Nacional de Petróleo (ANP), um dos pré-requisitos para fechamento da transação. A australiana também espera assinar o contrato de afretamento da plataforma de Baúna assim que a ANP der aval à transferência da operação do ativo. O contrato de venda de Baúna para a Karoon foi fechado em 2019, no valor de US$ 665 milhões, em duas parcelas: uma antecipação de US$ 49,9 milhões e uma segunda, no valor de US$ 615,1 milhões, na data de fechamento, sem considerar os ajustes devidos. Após o choque de preços do petróleo, neste ano, as partes sentaram para renegociar os termos do acordo. Houve uma extensão de prazos e a divisão de novas parcelas. Com as mudanças, a estatal brasileira poderá levar até 2026 para receber, na íntegra, os valores. O valor original do contrato, de US$ 665 milhões, foi dividido em duas partes: uma firme, de US$ 380 milhões; e um contingente, de US$ 285 milhões. O preço firme inclui, por sua vez, o adiantamento já feito de US$ 49,9 milhões, US$ 150 milhões a serem pagos na data do fechamento e US$ 180,1 milhões remanescentes em 18 meses após a conclusão da transação. Já a parte contingente será paga até 2026, segundo a australiana, e está atrelada ao retorno do preço do barril do petróleo a patamares de US$ 50 a US$ 70 entre 2022 e 2026. De acordo com a Karoon, o preço de aquisição de Baúna será ajustado de acordo com o fluxo de caixa operacional desde a data da aquisição (1º de janeiro de 2019) até o seu fechamento, com juros sobre o preço principal da compra. O valor final, portanto, dependerá da data de fechamento da transação e dos fluxos de caixa finais registrados até a conclusão do negócio.