Mercado fechado
  • BOVESPA

    100.807,38
    -452,37 (-0,45%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.245,61
    -462,11 (-1,19%)
     
  • PETROLEO CRU

    38,57
    -1,28 (-3,21%)
     
  • OURO

    1.905,10
    -0,10 (-0,01%)
     
  • BTC-USD

    13.020,59
    -129,44 (-0,98%)
     
  • CMC Crypto 200

    259,80
    -3,62 (-1,37%)
     
  • S&P500

    3.400,97
    -64,42 (-1,86%)
     
  • DOW JONES

    27.685,38
    -650,19 (-2,29%)
     
  • FTSE

    5.792,01
    -68,27 (-1,16%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,68 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.494,34
    -22,25 (-0,09%)
     
  • NASDAQ

    11.507,00
    -156,50 (-1,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6313
    -0,0326 (-0,49%)
     

Petrobras defende que vender refinarias é vital e modelo de subsidiárias traz mais valor

·2 minutos de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O programa de reorganização do portfólio de ativos da Petrobras, que prevê a venda de oito refinarias, é vital para a saúde da companhia que permanece como a "petroleira mais endividada no mundo", afirmou nesta quarta-feira o advogado da estatal, Tales David Macedo, em sustentação no Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento, em ação contrária às vendas sem aprovação legislativa movida pelas Mesas-Diretoras do Congresso, definirá o processo para a estatal alienar ativos que estão entre os mais importantes do programa de desinvestimentos.

"O programa de reorganização do portfólio de investimentos é vital à saúde financeira da companhia. A Petrobras continua a ser a petroleira mais endividada do mundo", disse ele, citando dívida de 91 bilhões de dólares.

"É fácil compreender que não está a se falar de dilapidação do patrimônio, pois, ao se desinvestir para reinvestir, o que está fazendo é construir uma empresa mais sólida, maior, mais eficiente, resiliente e competitiva", reforçou.

O defensor destacou que o modelo de constituição de subsidiárias para a venda de refinarias, questionado pelo Congresso na ação no Supremo, "é o que mais agrega valor ao ativo, sendo o meio mais eficiente".

Ele disse ainda que a eventual venda das unidades de refino da Bahia (Rlam) e do Paraná (Repar) representam apenas 3% dos ativos da estatal.

Pouco antes, o advogado-geral do Senado, Thomaz Henrique de Azevedo, disse em sua sustentação que o Congresso não quer inviabilizar a venda das refinarias, mas participar de toda a discussão.

Segundo ele, não há rejeição de plano das alienações pretendidas, mas a tentativa de que o Legislativo participe do debate.

Outras sustentações orais ocorrem no julgamento no momento e, após essa etapa, o ministro Edson Fachin, relator da ação, vai apresentar o seu voto sobre o assunto.

(Reportagem de Ricardo Brito)