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Petrobras corta preço do combustível de avião, mas passagem não deve ficar mais barata

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Logo depois de a Petrobras anunciar um corte médio de 11,6% no preço do combustível de avião para as distribuidoras nesta segunda-feira (2) —uma notícia que pode pressionar o mercado de aviação a baixar o valor das passagens—, as companhias aéreas brasileiras rebateram o comunicado.

Segundo a Abear (associação que reúne empresas como Gol, Latam e Voepass), a medida é insuficiente para cobrir a alta do produto nos últimos anos.

A Petrobras afirma que o novo reajuste mensal, que traz a segunda queda consecutiva, completa cinco reduções de preço do querosene de aviação desde julho, alcançando 22,5% de queda no período.

Mas a Abear reage: "na comparação com 2019, o QAV chegou a aumentar 121%, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo. No acumulado de 2022, o QAV teve alta de 49,6%", disse a Abear em nota.

As variações no preço do combustível costumam ser sentidas rapidamente pelo consumidor final porque o QAV equivale a cerca de 40% dos custos das companhias aéreas, segundo o mercado de aviação.

"Essa queda ainda é insuficiente, assim como as anteriores. O combustível segue precificado como se viesse do exterior, sendo que mais de 90% desse insumo é produzido no país. O QAV disparou nos últimos três anos e isto impacta custos estruturais e preços de bilhetes", afirma Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, que defende revisão da política de precificação.

Em nota, a estatal afirma que os preços do combustível buscam equilíbrio com o mercado e acompanham as variações do valor do produto e do câmbio com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária.