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Petrobras aprova R$ 87,8 bilhões em dividendos em meio a pressão do governo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Petrobras anunciou a decisão de distribuir R$ 87,8 bilhões como dividendos pelo resultado do segundo trimestre de 2022, que será divulgado após o fechamento dos mercados nesta quinta-feira (28). É o maior valor já anunciado pela estatal.

O anúncio ocorre em meio a pressão do governo por antecipação de dividendos de estatais para ajudar a bancar auxílios emergenciais e renúncia tributária sobre os preços dos combustíveis. Maior acionista da empresa, a União terá direito a cerca de R$ 25 bilhões.

Ao divulgar o resultado do primeiro trimestre, a empresa já havia anunciado R$ 48,5 bilhões em dividendos, dos quais cerca de R$ 14 bilhões foram destinados à União. O governo federal, portanto, terá R$ 39 bilhões em dividendos pelos resultados da estatal no primeiro semestre.

"A aprovação do dividendo proposto é compatível com a sustentabilidade financeira da companhia no curto, médio e longo prazo e está alinhada ao compromisso de geração de valor para a sociedade e para os acionistas, assim como às melhores práticas da indústria mundial de petróleo e gás natural", afirmou a estatal.

Sua política de remuneração aos acionistas prevê a distribuição de 60% da diferença entre fluxo de caixa e investimentos em caso de dívida bruta inferior a US$ 65 bilhões. Prevê ainda dividendos extraordinários, "desde que sua sustentabilidade financeira seja preservada".

A política foi aprovada ainda na gestão Roberto Castello Branco, o primeiro presidente da estatal no governo Bolsonaro. Desde então, a Petrobras passou a ser encarada pelo mercado como uma "vaca leiteira", apelido dado a empresas que pagam bons dividendos.

Os valores anunciados nesta quinta serão pagos no fim de agosto e em setembro.

Nesta quinta, a companhia anunciou ainda anunciou novo corte no preço da gasolina, desta vez de 3,9%. É a segunda redução de preços na gestão Caio Paes de Andrade, que assumiu a empresa no fim de junho.

A partir desta sexta (29), o litro de gasolina vendido pelas refinarias da estatal custará, em média, R$ 3,71 por litro, uma redução de R$ 0,15 por litro. O corte anterior, anunciado no dia 19, havia sido de 4,9%.

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