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Petrobras anuncia redução de R$ 0,20 no gás de cozinha

Petrobras anunciou a quarta redução consecutiva no preço do botijão de gás (Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Petrobras anunciou a quarta redução consecutiva no preço do botijão de gás (Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Redução chega a R$ 2,60 no valor do botijão de 13 quilos;

  • É o quarto reajuste no valor do GLP dentre a entrada do novo presidente da estatal;

  • Reajuste foi anunciado via comunicado oficial da Petrobras.

A Petrobras anunciou na tarde desta segunda-feira (12), que irá reduzir em 4,7% o preço de venda do gás de cozinha às distribuidoras. Essa taxa representa uma queda de R$ 0,20 no quilo do gás, ou de R$ 2,60 pelos 13 quilos do botijão.

“A partir de amanhã (13/9), o preço médio de venda de GLP (gás de cozinha) da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13 kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg”, disse a estatal em nota oficial à imprensa.

Essa é a quarta redução no preço do gás de cozinha (gás liquefeito de petróleo) desde a entrada de Caio Paes de Andrade como presidente da petroleira. O último havia acontecido mais cedo no mês, no dia 2 de setembro. De acordo com a petroleira, a redução no preço de venda está dentro da política de preços da empresa.

“A redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, afirmou em nota.

Nos últimos meses a estatal vem sofrendo críticas pelos sucessivos aumentos no preço dos derivados de petróleo e gás, como a gasolina, o diesel e o GNV, além do gás de cozinha. Segundo sua política de composição de preços, embora os produtos sejam fabricados no Brasil, o preço deve seguir as margens do mercado internacional, que subiram rapidamente com a valorização do dólar e, em seguida, com a guerra da Ucrânia.

A petroleira também foi criticada por não reduzir os valores rapidamente assim que há uma alteração nesses fatores. No entanto, a empresa sempre respondeu afirmando que ela busca não repassar a volatilidade para o mercado interno, demorando para realizar reajustes de acordo com as previsões do mercado.