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Petróleo sobe de olho em embarques da Rússia, Líbia e Equador

(Bloomberg) -- O petróleo subiu na segunda-feira enquanto os líderes do G7 discutiam medidas contra os suprimentos russos e dois países exportadores sinalizaram possíveis cortes na produção devido a tumulto político.

O West Texas Intermediate, petróleo de referência nos EUA, ultrapassou US$ 109 o barril em uma sessão agitada. O G7 cogita medidas para limitar o preço do petróleo russo, enquanto a Líbia sinalizou uma possível queda no fornecimento devido a uma piora em sua crise política, e a produção do Equador pode parar devido aos protestos contra o governo. Enquanto isso, a Opep+ se reunirá esta semana para revisar seu programa de retorno gradual da produção aos níveis anteriores à pandemia.

“Parece que a maioria dos operadores sabe que mais oferta está chegando, mas a demanda de curto prazo permanece teimosamente forte”, disse Dennis Kissler, vice-presidente sênior de operações da BOK Financial. Com a reunião da Opep+ nesta semana o mercado permanece “nervoso”, disse.

Ainda assim, os temores de uma recessão que minaria a demanda limitam os aumentos de preços. O petróleo caminha para seu primeiro declínio mensal desde novembro. Já os preços da gasolina e diesel na bomba não caem tão rápido quanto o petróleo nos EUA, devido à capacidade reduzida de refino.

Líderes e funcionários do G7 vêm discutindo um possível teto de preço para o petróleo russo, mas ainda não há um acordo, segundo pessoas com conhecimento do assunto. O mecanismo proposto buscaria impor restrições ao seguro e ao transporte, disseram.

Na Líbia, os protestos podem forçar a companhia nacional de petróleo a declarar força maior, uma cláusula nos contratos que permite a interrupção dos embarques, dentro de 72 horas, de acordo com um comunicado na segunda-feira.

No mercado futuro, um prêmio de pelo menos US$ 3 por barril para a entrega mais rápida em relação aos contratos para dois e três meses seguintes, tanto de Brent quanto WTI, apontam para uma necessidade urgente de oferta.

Por outro lado, a retomada de negociações de um acordo nuclear com o Irã poderia levar ao retorno do petróleo do país aos mercados globais.

Os EUA e o Irã vão reiniciar as conversas nos “próximos dias”, disse o diplomata-chefe da União Europeia, Josep Borrell, no sábado. As discussões serão indiretas, com a UE atuando como mediadora, e ocorrerão em uma nação do Golfo Pérsico, disse Borrell, segundo a mídia iraniana.

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©2022 Bloomberg L.P.

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