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Petróleo sobe com queda de estoques nos EUA e dúvidas sobre Opep

(Bloomberg) -- O petróleo subiu após a divulgação de queda dos estoques nos EUA, em meio a dúvidas de que a Opep e seus aliados possam cumprir seu acordo para acelerar o ritmo de aumento na oferta.

O WTI, petróleo de referência nos EUA, ultrapassou US$ 116 o barril, apagando uma perda de até 3.5% mais cedo.

Os estoques de petróleo dos EUA encolheram em 5,1 milhões de barris na semana passada, enquanto os de gasolina caíram em 711.000 barris, segundo relatório do governo na quinta-feira.

Os países da aliança Opep+, que inclui a Rússia, concordaram em acelerar o aumento da oferta em 50%, com acréscimos de 648.000 barris por dia em julho e agosto. Enquanto isso, a União Europeia aprovou uma proibição parcial das importações de petróleo russo.

Parece que o cartel busca acalmar os EUA sem alienar a Rússia, disse Rebecca Babin, operadora sênior de energia da CIBC Private Wealth Management. “Se os aumentos forem proporcionais entre os membros, o resultado provavelmente será metade do número oficial chegando ao mercado, pois muitos produtores não conseguem aumentar.”

Mais cedo, os preços caíram com sinais de que a relação tensa entre a Arábia Saudita, o maior exportador de petróleo do mundo, e os EUA está melhorando. O presidente Joe Biden provavelmente se encontrará com o príncipe herdeiro saudita Mohammed Bin Salman se visitar o reino.

Isso pode abrir caminho para um aumento na produção saudita e ajudar a reduzir os preços dos combustíveis nos EUA, que atingiram recordes, pressionando Biden antes das eleições de meio de mandato em novembro.

Segundo o Financial Times, Riad havia indicado aos aliados ocidentais que está preparada para aumentar a oferta de petróleo.

O aumento da produção será dividido proporcionalmente entre os membros da forma usual. Os países que não conseguiram aumentar a produção, como Angola, Nigéria e mais recentemente a Rússia, ainda receberiam uma cota maior. Isso pode significar que o aumento real da oferta será menor do que o número oficial, como tem acontecido com frequência nos últimos meses.

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©2022 Bloomberg L.P.

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