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Petróleo recua na sessão, com fim da greve na Noruega, mas sobe na semana

André Mizutani
·2 minutos de leitura

O contrato do Brent para dezembro fechou em queda de 1,13%, nesta sexta (9), mas fechou a semana em alta de 9,1%; já o contrato do WTI para novembro recuou 1,43%, hoje, e subiu 9,6%, na semana Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira (9), após o fim da greve de trabalhadores do setor de energia da Noruega. Os preços da commodity, no entanto, fecharam a semana em alta, com o impulso dado pela interrupção da oferta do Golfo do México, devido à passagem do furacão Delta. O contrato do petróleo Brent para dezembro fechou em queda de 1,13%, a US$ 42,85 por barril, na ICE, em Londres, mas fechou a semana com ganhos acumulados de 9,1%. O contrato do WTI para novembro, por sua vez, recuou 1,43%, hoje, a US$ 40,60 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York, mas subiu 9,6% na semana. De acordo com informações da Reuters, as companhias de petróleo da Noruega conseguiram chegar a um acordo com a liderança sindical da categoria, terminando uma greve que poderia ter levado a uma redução de 25% na produção norueguesa da commodity na semana que vem. No acumulado semanal, porém, ambos os contratos acumularam ganhos significativos, impulsionados pela paralisação da produção do Golfo do México. O Bureau of Safety and Environmental Enforcement americano estima que 91,55% da produção de petróleo e 62,17% da produção de gás natural do Golfo do México foram interrompidas até a tarde de hoje, conforme o furacão Delta atravessa a região. O relatório mais recente do S&P Global Patts indica que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) elevou ainda mais a sua taxa de cumprimento dos cortes de produção, a 99%, em movimento liderado pelos membros árabes do cartel. Mas a Rússia e alguns produtores africanos continuaram a diminuir a sua taxa de cumprimento do acordo, levantando receios entre os investidores. De acordo com o relatório, a Rússia produziu 9,10 milhões de barris diários no mês passado, ultrapassando a sua cota em 110 mil barris. O país, que é, agora, o maior produtor de petróleo no grupo, levantou ressalvas contra os planos da Opep+ no começo de março, levando a uma guerra de preços. A produção dos 13 membros da Opep caiu a 24,34 milhões em setembro, recuando em 30 mil barris diários desde agosto. A produção dos nove aliados do grupo, incluindo a Rússia, subiu em 50 mil barris diários em setembro, para 12,72 milhões de unidades.